AXIS | Conheça a primeira escola de Efeitos Visuais da América Latina a nível hollywoodiano

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// 20/08/2013

Raramente vemos nomes do Brasil envolvidos no cinema hollywoodiano. Na limitada lista (que pode ser contada nos dedos) os destaques surgem em quesitos como atuação e direção, principalmente. Grandes produções norte-americanas vez ou outra levam a bordo personalidades nacionais estampando os cartazes de divulgação. Porém, quando o assunto é técnica cinematográfica, é preciso muita pesquisa para topar com um brasileiro colaborando em títulos conhecidos mundialmente.

Agora, futuros mestres da computação gráfica no país têm um trampolim para alçar saltos tão potentes quanto a bilheteria dos sucessos da sétima arte nos quais muitos artistas sonham em trabalhar. Uma parceria entre a escola brasileira Saga e a Gnomon – renomada escola de computação gráfica em escala global – fundou a Axis, a primeira escola de efeitos visuais da América Latina. Localizada em São Paulo, o maior mercado na área dentro do continente, a Axis traz aos seus alunos a possibilidade de desenvolverem suas aptidões e absorverem os conhecimentos máximos para a elaboração dos mais complexos efeitos visuais empregados pelas superproduções norte-americanas, usando recursos como o popular e poderoso software Maya, além das chaves para o design de personagens e fundação de texturas, tudo aplicável em produções live-action, animações ou games.

A colaboração permite que os alunos da Axis – que devem ter fluência em inglês – desfrutem de um intenso curso de dois anos (em tempo integral, vale salientar) onde todas as possíveis e imagináveis técnicas do ramo são exibidas, ensinadas e avaliadas. Ainda, oferece ao estudante a oportunidade de concluírem os três últimos meses da experiência em Hollywood, pela Gnomon, cuja empregabilidade de seus formados ultrapassa os 95%.

O potencial do curso é notório. Munida da solidez, respeito e mais extrema qualidade da Gnomon dentro do mercado internacional, a Axis se utiliza da técnica de ensino da Saga, já presente no país há alguns anos, para adaptar o seu projeto às necessidades do perfil brasileiro, transformando o aluno em um profissional à frente do panorama nacional e competitivo internacionalmente, colocando-o no mesmo patamar de experientes desenvolvedores dos magníficos fascínios digitais vistos nas tantas plataformas do entretenimento contemporâneo.

 

A grandiosidade pode parecer inalcançável para alguns e até um sonho mirabolante para outros. Um pensamento inicial que, de fato, não podemos julgar. Afinal, hoje, no país, principalmente na região sudeste, algumas instituições de ensino voltadas para a computação gráfica possuem um sistema panfletário muito eficiente, é verdade. Com orçamentos atraentes, pacotes de migração entre escolas que funcionam como ímã humano e descontos cujo efeito é mais poderoso do que açúcar sobre diabéticos, essas instituições buscam a formação rápida e em grande quantidade, a fim de alarmar o seu selo e atrair cada vez mais candidatos ao seu diploma. O resultado é uma gama de profissionais que já são mal aproveitados desde a sala de aula por não serem expostos corretamente às ferramentas usadas pela malha principal da indústria ou, ainda, que não possuem o domínio e a prática necessários para se sustentarem dentro de uma produção em larga escala. E, se levarmos em conta que estamos lidando com um tipo de indústria que lucra apenas quando sabe manter a qualidade, bom desempenho é fundamental. Isso porque, bem ou mal, efeitos visuais são um quesito que o público, mesmo aquele leigo, procura e sabe acusar de imediato quando há uma falha. Não é à toa que produções como Avatar, Star Trek, Planeta dos Macacos: A OrigemOs Vingadores (todos com interferência da Gnomon em algum nível) chamam tanta atenção.

Para Alessandro Bomfim, um dos fundadores da Axis, não adianta formar um profissional se a única coisa que ele possui em mãos é o diploma. Em algum momento ele precisará dos recursos passados em aula no seu dia a dia de trabalho. O investimento financeiro do aluno é realmente um pouco mais elevado do que o oferecido por outras instituições de suporte sólido menor. Mas o intuito da Axis é ensiná-lo de verdade, testá-lo agressivamente e provar, até para o próprio profissional, que ele está pronto para se instalar entre a equipe de produção de um Avatar 2, por exemplo. E só garantindo que os alunos formados dentro da Axis têm total autonomia e conhecimento em mãos é que a manutenção do valor do certificado da instituição será feita ao longo dos anos.

A perspectiva, ainda mais neste momento, é muito boa. Isso porque nos EUA muitas empresas de efeitos visuais têm sofrido sérios problemas. De fato, grandes estúdios do ramo como a Industrial Light & Magic (criada por George Lucas e que nos últimos anos tem enchido os cofres ao desenvolver os deslumbres de Piratas do Caribe e Harry Potter) e a WETA, de Peter Jackson, ambas acumulando incontáveis indicações e algumas vitórias no Oscar, ainda estão muito bem das pernas. Mas tantas outras, menores, mas ainda assim com extrema qualidade, têm perdido a força na hora de assinar contratos com estúdios de cinema. O custo dos efeitos visuais é um dos fatores mais onerosos no orçamento de uma superprodução. Aos poucos, os produtores dos EUA têm voltado seus olhos para desenvolvedoras de efeitos visuais chinesas, canadenses e neozelandesas graças a baixo custo e qualidade similar. Nesse campo de batalha, é extremamente importante que uma instituição como a Axis abra suas portas. Este é o momento ideal para o mercado de efeitos visuais no Brasil deslanchar e não só aprimorar a qualidade técnica das produções audiovisuais locais, mas também figurar como um polo dentro da indústria internacional que seja capaz de oferecer profissionais de ponta e empresas com poder de concorrência. E aí, o valor do curso de repente parece soar bem menos salgado.

Saiba mais sobre a Axis acessando a página da instituição, onde informações específicas sobre os cursos estão disponíveis.

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