CRÍTICA | É o Fim

Comédia
// 15/10/2013

Quando uma comédia faz piada dos próprios atores, que interpretam eles mesmos, talvez a graça esteja mais alcançável para um público que já se cansou de rir. Só que rir dos erros do elenco fazendo cinema.

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É o Fim
Por Luan Tannure

Provavelmente com a comédia mais tosca do ano, os criadores de Superbad e Besouro Verde entregam um filme que mais parece um curta de fim de semana entre amigos: descompromissado, sentido e estupidamente divertido.

Comentar esse filme chega a ser uma tarefa, no mínimo, curiosa, a começar pela história: Jay vai à Los Angeles passar um fim de semana regado a videogame, guloseimas e muita erva com Seth. Mas Seth é convidado para uma festa na nova casa de James, com quem Jay não se dá muito bem. Digo apenas “Jay”, “Seth” e “James” porque são os próprios Jay Baruchel, Seth Rogen e James Franco interpretando uma versão surtada de si mesmos, assim como todo o elenco no filme que vai de Aziz Ansari até Rihanna. De volta ao filme, Jay e Seth saem no meio da festa para comprar um cigarro, quando várias pessoas são literalmente sugadas para o céu. É aí que toda a história perde o rumo. Não que seja ruim, pelo contrário, é o nonsense e o improvável que fazem do filme o que ele é.

Cenas como a de Michael Cera, depois de ter cheirado todo o pó possível, dando uma bela palmada na bunda da Rihanna ou as brincadeiras entre os atores sobre seus próprios filmes (geralmente infelizes) estão entre as melhores do filme. Mesmo que alguns momentos até soem como um desabafo, o clima entre eles é tão descontraído que fica longe de poder afetar o filme.

Assim, ilhados na casa de James Franco, Jonah Hill, Seth Rogen, Jay Baruchel, Danny McBride e Craig Robinson pouco a pouco vão descobrindo que na verdade chegou o dia do juízo final e não foram escolhidos para irem ao reino dos céus. E agora precisam provar “ao todo poderoso” que são dignos de possuírem uma vaga lá em cima. E, claro, fugir do capeta que quer punir suas almas pela vida que levavam.

Claro que com tanto atores juntos, alguns poderiam ter sido melhor aproveitados. Jonah Hill chega a ser irritante de tão agradável que quer ser e até

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Jay Baruchel podia ser mais do que um “coitado”. E mesmo com as participações especiais inusitadas, é James Franco quem rouba a cena mais canastrão do que nunca.

E se ainda sim você é daqueles que não se sente motivado a ver um filme desses: sem pé nem cabeça, com piadas infames e apelativas, termino parafraseando um trecho de Franco: se é possível ver “arte num sanduíche do Subway” porque não vê-la no fim do mundo surtado de Seth Rogen?

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This is The End (EUA, 2013). Comédia. Sony Pictures.
Direção: Evan Goldberg e Seth Rogen
Elenco: Emma Watson, Jonah Hill, James Franco, Jason Segel, Seth Rogen

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Comédia, Críticas