CRÍTICA | O Legado Bourne

Ação
// 06/09/2012

Cinco anos depois de O Ultimato Bourne, o público pode descobrir, enfim, que o legado do agente Jason Bourne não foi em vão. Chega às salas de cinema, no dia 7 de setembro, a história mais recente da franquia, que agora dá adeus a Matt Damon, para saudar a chegada de Jeremy Renner que vive um dos agentes recrutados pelo misterioso do projeto Treadstone.

O Legado Bourne
por Cássia Ferreira 

Após uma gravação na qual Dr. Albert Hirsch (Albert Finney) admite a existência do projeto secreto Treadstone, cabe a Byer (Edward Norton) eliminar todos os rastros do projeto – que trata da manipulação genética – em uma medida extrema e de gestão de crise. Do outro lado, está Aaron Cross (Jeremy Renner) que precisa de uma gestão de crise extrema para que o fim do projeto não afete sua vida, em uma corrida intensa contra o relógio.

E é neste cenário que entra Rachel Weisz, como Marta Shearing, doutora em genética para lá de ingênua, já que é ela a responsável pelos controles dos agentes – embora não saiba, exatamente, o que está mensurando. A partir do encontro de Marta com Cross notamos que  e a trilha será de pedra para o agente.

Como aconteceu nos outros três filmes da franquia, o roteiro  foi desenvolvidopor Tony Gilroy, que também respondeu pela direção desta vez. Ao apostar em um novo protagonista, já que Matt Damon abandonou o projeto com a saída do diretor  Paul Greengrass, Liroy renova a história e também o elenco. Juntam-se a Renner Weisz  e Norton, que é quem, aparentemente, comanda o projeto que eleva os estudos sobre genética para níveis além dos imaginados mesmo depois do mapeamento do genoma.

Ainda que seja uma sequência vinculada a uma história de sucesso, O Legado Bourne apresenta uma história que aproveita e faz juz ao “legado” deixado pelos outros três filmes. Embora possamos contar nos dedos os clichês  conhecidos em filme de ação –  projeto secreto da CIA, governo americano, queima de arquivo e patriotismo (boa parte dos crimes são cometidos em defesa da pátria) – a aproximação disso tudo para uma esfera individual, já que o legado não trata de salvar o país, apenas de salvar a si mesmo, transformam a história em uma saga que cria a reflexão de até onde iríamos para salvar a nossa pele.

E se você está em busca de adrenalina, explosões e falta de fôlego em uma sessão de cinema despretenciosa não tenha dúvidas:  escolha seu lugar  na sala e veja O Legado Bourne.

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The Bourne Legacy (EUA, 2012). Ação. Universal Pictures.
Direção: Tony Gilroy
Elenco: Jeremy Renner, Edward Norton, Rachel Weisz, Joan Allen.

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