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High School Musical é, em todos os sentidos, um
fenômeno criado pela Disney Channel. Surgiu apenas como
uma atração para a TV, sem maiores pretensões cinematográficas e
lucrativas. Porém, o efeito alcançado foi maior do que poderia
pensar até o mais otimista dos empresários do estúdio. O
entretenimento rendeu à marca vendas altíssimas de DVDs, CDs e
até mesmo jogos. O produto atingiu em cheio o público teen, que
não se cansava de ouvir as canções que compõem a trilha do filme
e dedicava horas decorando os passos de dança executados pelos
atores do filme. O musical ganhou prêmios como o Teen Choice
e Ammy. Tanto sucesso acabaria, logicamente, em uma
seqüência, tão bem sucedida quanto o filme antecessor.
Como esperado depois do sucesso do primeiro filme, a seqüência
de High School Musical bateu todos os recordes de
audiência do canal Disney Channel e da TV por assinatura.
Para fugir da receita “músicas, ambiente escolar e conflito com
Sharpay”, o longa foi rodado em ambiente descontraído,
explorando o contexto das férias. Curiosamente, apesar do filme
se passar em pleno verão, foi filmado no inverno do hemisfério
norte. Outra mudança é que, se antes Zac Efron apenas dublava,
dessa vez o próprio interpréte de Troy é quem canta todas as
músicas de seu personagem. Com a repetição do fenômeno criado, a
Disney resolveu então produzir um terceiro filme para a
franquia, mas agora com direito a estréia nos cinemas do mundo
todo. Alguma dúvida de que a bilheteria será altamente
satisfatória?
Seguindo o ritmo do lançamento da segunda continuação,
High School Musical 3: Senior Year, o Pipoca Combo
lança o especial do primeiro filme da série a ser lançado
mundialmente nos cinemas. Aqui você confere uma breve
retrospectiva dos longas anteriores (com suas respectivas
críticas), fotos, entrevista com um fã e uma pequena introdução
dos novos personagens.



HIGH SCHOOL MUSICAL: Troy (Zac Efron) e Gabriella (Vanessa
Hudgens) são dois jovens com objetivos bastante opostos em suas
vidas. Mas quis o destino que eles se encontrassem e
descobrissem juntos o amor pela música. Ambos alunos da East
High School, Troy e Gabriella tomam conhecimento de um concurso
musical da escola, mas a participação da dupla fica comprometida
pela interferência de seus amigos. Troy, como capitão do time de
basquete, os Wildcats, tem que satisfazer as expectativas dos
jogadores sendo um exímio e dedicado líder; Gabriella, que
chegou ao colégio com o status de garota gênio, é persuadida
pelos amigos a participar do Decatlo Acadêmico. Fora a pressão
de seus respectivos grupos, o casal também enfrenta a oposição
de Sharpay, que não aceitará tão fácil perder o posto de estrela
dos festivais musicais.
Gênero:
Musical, romance
Tempo de Duração: 93 minutos
Ano de Lançamento: 2006
Estúdio: Walt Disney Pictures / Salty Pictures Inc. /
First Street Films
Distribuição: Walt Disney Pictures
Direção: Kenny Ortega
Roteiro: Peter Barsocchini
Produção: Don Schain
Música: David Lawrence
Fotografia: Gordon Lonsdale
Desenho de Produção: Mark Hofeling
Figurino: Tom McKinley
Edição: Seth Flaum
Leia a crítica:
High School Musical
Por Breno Ribeiro
Como
transformar uma história comum e cheia de clichês em um fenômeno
mundial entre crianças, adolescentes e até adultos? Pergunte a
Kenny Ortega, diretor do sucesso High School Musical.
A produção conseguiu a alçada de se tornar uma febre
internacional sem nem ao menos ser exibido nos cinemas, graças à
quantidade considerável de músicas que possui. As músicas,
dotadas de um clima pop e divertido, são o que seguram os 98
minutos de filme.
Feito unicamente para ser exibido no Disney Channel, o
longa conta a história de Troy Bolton e Gabriella Montez, que se
vêem diante da escolha entre cantar no musical da escola ou
continuar com seus afazeres naturais (jogar basquete e
participar de olimpíadas matemáticas, respectivamente). O filme
contém um significativo número de clichês americanos: a escola é
totalmente dividida e todo mundo tem uma função única e
exclusiva que não deve ser quebrada, a vilã é uma patricinha
fútil que só pensa em si, durante a narrativa os amigos dos
protagonistas tentam impedi-los para logo depois se
arrependerem, e por aí vai.
Como já foi dito, são as músicas o grande trunfo do projeto e
todos os melhores momentos do filme se passam durante elas. As
coreografias são interessantes e é bacana ver um número grande
de pessoas dançando sincronizadas as canções. Entretanto,
provavelmente por saber que tanto a história quanto a maioria
dos atores eram demasiadamente abaixo de uma média aceitável, a
Disney acabou por promover o longa somente para a TV. O
que de certa forma foi até inteligente, uma vez que poupou tanto
a nós quanto a eles mesmos do que seria um dos piores projetos
de 2006.
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HIGH
SCHOOL MUSICAL 2: East High está em férias, é verão e... Os
alunos decidem trabalhar em vez de curtir sua folga. Troy
consegue um emprego no clube de verão Lava Springs, levando
também o restante de seus amigos, inclusive Gabriella. O que
descobrem ao chegar lá é que o resort pertence à família de
Sharpay, que está decidida a conquistar Troy de qualquer maneira
e obrigá-lo a fazer dupla com ela no festival de música do
clube. A garota espertamente apresenta Troy a pessoas influentes
que podem proporcionar a ele um belo futuro acadêmico. O
estudante, deslumbrado com aquele mundo, começa a deixar de lado
suas antigas prioridades e amigos, além de Gabriella.
Gênero:
Musical, romance
Tempo de Duração: 104 minutos
Ano de Lançamento: 2007
Distribuição: Walt Disney Pictures
Direção: Kenny Ortega
Roteiro: Peter Barsocchini
Produção: Bill Borden
Música: David Lawrence
Fotografia: Daniel Aranyó
Desenho de Produção: Mark Hofeling
Figurino: Tom McKinley
Edição: Seth Flaum

Leia a crítica:
High School Musical 2
Por Breno Ribeiro
A
Disney muito pensou antes de se decidir se a continuação do
enorme sucesso de 2006 seria ou não lançado nos cinemas ao invés
do veículo que tornou o primeiro filme tão conhecido: a TV.
Acertando na decisão, a produtora decidiu que ainda não era hora
de jogar o projeto para a telona. Se mostrando superior que o
primeiro em técnica, High School Musical 2 não
estava, porém, no ponto certo que o cinema pede.
O longa começa no último dia de aulas com os preparativos para o
verão. Enquanto Troy, Gabriella e companhia procuram uma maneira
de ganhar dinheiro para passar as férias, Sharpay vê nisso uma
chance de conseguir com que Troy seja seu parceiro no festival
de verão e ainda conquistá-lo para sempre.
Contando com músicas e coreografias do mesmo nível do anterior
(tirando a vergonhosa cena em que Zac Effron saltita pela grama,
talvez uma homenagem do coreográfico ao longa Gaiola das Loucas,
de 1996), o filme se supera nos jogos de câmera durante as
danças e nas locações infinitamente mais agradáveis que as de
outrora. Infelizmente, muitas das falhas do original continuam
lá: o roteiro fraco, as atuações medíocres e os personagens
rasos.
Preparando o terreno para o terceiro (e primeiro feito para o
cinema) filme da série, High School 2 se mostra menos
como algo feito para a TV e mais como algo maior, no que pode
ser chamado de um filme de transição. É esperar para ver o que
nos aguarda no que (dizem) será o último filme de Troy,
Gabriella e Sharpay.
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HIGH
SCHOOL MUSICAL 3 - SENIOR YEAR: Ao mesmo tempo em que
experimentam a expectativa de decidirem seu futuro, a antiga
turma da East High School prepara um festival de primavera para
falar de suas inseguranças, angústia e incertezas em relação ao
que precisarão encarar depois de se formarem. O problema é ainda
pior para Troy e Gabriella que vêem pela frente, depois de
conseguirem enfrentar todos as barreiras para reatar um romance,
a iminente possibilidade de terem que se separar para seguirem
suas vidas acadêmicas. Enquanto isso, Sharpay faz grandes
projetos de espetáculos e prepara o mais glamuroso baile de
formatura da história do colégio.
Gênero:
Musical, romance
Tempo de Duração: 104
Ano de Lançamento: 2008
Distribuição: Walt Disney Pictures
Direção: Kenny Ortega
Roteiro: Peter Barsocchini
Produção: Bill Borden
Música: David Lawrence
Fotografia: Daniel Aranyó
Desenho de Produção: Mark Hofeling
Figurino: Caroline Marx
Edição: Seth Flaum



ZAC EFRON
Troy Bolton
Astro e capitão do time de basquete da East High School – e
também filho do técnico Jack Bolton – está sempre tentando
conciliar seu tempo para o esporte, a música e Gabriella, além
de ter que lidar com as investidas de Sharpay. Muitas vezes Troy
enfrenta problemas tentando equilibrar todos esses aspectos.

VANESSA ANNE HUDGENS
Gabriella Montez
Bastante compenetrada nos estudos
e sempre responsável com todas as suas atividades, Gabriella
precisa dividir seu tempo entre a música, a escola e Troy. Em
HSM3, a garota acrescentará às preocupações já existentes a
possibilidade de ter que se separar do namorado, já que ambos
concluirão o ensino médio na East High School.

ASHLEY TISDALE
Sharpay Evans
Patricinha até o último pigmento cor-de-rosa do salto do sapato,
a maior preocupação de sua vida é ser uma estrela do show
business. Para Sharpay vale tudo quando o objetivo é brilhar. Na
nova aventura, ela está às voltas com a organização de um
magnífico baile de formatura, enquanto sonha em seguir a
carreira de grande produtora-pop star de espetáculos. Nutre
também uma admiração por Troy e seu hino, se houvesse um de
fato, certamente seria Fabulous.

LUCAS GRABEEL
Ryan Evans
Ryan é irmão de Sharpay e, como ela, também tem uma forte
inclinação aos espetáculos musicais. É uma espécie de fiel
escudeiro da irmã, apesar de, às vezes, ser um pouco ofuscado
por ela e não levar às últimas conseqüências sua carreira de
artista. Mesmo participando de alguns dos planos de Sharpay,
normalmente se relaciona bem com os colegas do colégio.

CORBIN BLEU
Chad Danforth
Além de companheiro no time dos Wildcats, Chad é o melhor amigo
de Troy e o conhece desde a infância. Chegou a demonstrar
insatisfação quando o capitão do time se interessou pela música,
mas é ele quem ajuda Troy a encontrar seu foco quando o amigo se
encontra em dificuldades.

MONIQUE COLEMAN
Taylor McKessie
Sabendo das habilidades
matemáticas de Gabriella, chamou a garota para o grupo de alunos
gênios do colégio. Tentou afastá-la da música, mas percebeu o
erro a tempo de ajudar a amiga. Achava que esportes e música não
eram atividades tão dignas quanto a ciência, mas depois mudou
bastante esse conceito.
Outros Personagens:
Bart
Johnson - Técnico Jack Bolton
Olesya Rulin - Kelsi Nielsen
Chris Warren Jr - Zeke Baylor
Ryne Sanborn - Jason Cross
Kaycee Stroh - Martha Cox
Alyson Reed - Ms. Darbus
Matt Prokop - Jimmy 'The Rocket' Zara
Jemma McKenzie-Brown - Tiara
Justin Martin – Donny


Confira agora a lista das canções presentes no álbum High
School Musical 3 - Senior Year. Você também pode ouvir* a
trilha!
1.
Now Or Never
2. Right Here, Right Now
3. I Want It All
4. Can I Have This Dance
5. A Night To Remember
6. Just Wanna Be With You
7. The Boys Are Back
8. Walk Away
9. Scream
10. Senior Year Spring Musical
11. We're All In This Together (Graduation Mix)
12. High School Musical
* A Trilha Sonora
não está disponível para download. O usuário apenas terá
acesso a uma versão online do álbum enquanto estiver conectado
na internet e permanecer nesta página, impossibilitando o
download - seja para fins de uso doméstico ou comercial. O
Pipoca Combo não está obtendo lucros diretos ou indiretos
com a mídia em destaque. Se você quiser o CD com a Trilha
Sonora Original pela Walt Disney Records do filme High
School Musical 3 - Ano de Formatura, você poderá comprá-lo
clicando
aqui.


Confira os principais materiais de divulgação do filme!
PÔSTER:

IMAGENS:


TRAILERS:
Trailer
|
Trailer Legendado
| Trailer HD (Quick Time)
480p/720p/1080p


High School Musical
conquistou gente de todas as idades. E, quanto maior o número de
fãs, maior é a expectativa. Para ajudar os leigos no assunto a
compreenderem o que High School Musical pode
proporcionar, o fã Marcus Di Bello nos concedeu uma entrevista
exibindo o que ele acredita que pode dar certo no filme e
comentando sobre os longas anteriores - até mesmo os pontos
negativos.
Marcus tem 17 anos, mora em São Vicente, São Paulo é estudante
do terceiro ano do Ensino Médio e dá aulas de informática.
Conheceu High School Musical quando foi exibido pela
primeira vez na Rede Globo em "Temperatura Máxima", em
2006. Desde então se apaixonou, principalmente, pela atriz e
cantora Ashley Tisdale, a Sharpay.
PipocaCombo: High School Musical foi um filme produzido
para a TV norte-americana com foco no público infanto-juvenil.
Entretanto, o filme ganhou muitos fãs na faixa dos 20 anos. Por
que você acha que isso aconteceu?
Marcus: Acho que é por causa da música. Música é algo que não
tem como determinar uma idade. E, por mais que o filme tenha
sido feito para o público infanto-juvenil, a história e as
próprias letras das músicas falam de coisas da vida de um
adolescente qualquer.
PC: A história do primeiro filme é muito simples. Ela se baseia
nos grupinhos típicos das escoplas americanas que não se aplica
totalmente na realidade brasileira. As "panelinhas" daqui são
mais formadas por pessoas que compartilham gostos do que pela
atividade extra-curricular que cada um possui ou perfil social.
HSM1 se valeu de muitas falas clichês para expressar justamente
isso. Isso não deveria afastar o público mais adulto?
M:
Creio que são outros aspectos que puxam o público adulto. Mas
mesmo assim, a forma como as diferenças entre os grupos é
tratada no primeiro filme é diferente de qualquer filme
adolescente americano. Provavelmente por ser um musical. Na cena
do refeitório, como exemplo, onde uma pessoa de um determinado
grupo começa a fazer algo típico de outro grupo e gosta. De
repente todos se misturam, e, bom, é um musical, não é mesmo? O
público enxerga que esses clichês são para dar uma seqüência na
história.
PC: Inicialmente, muitos acharam que o par Troy e Gabrielle não
possuíam química. Apesar do enorme sucesso que os dois fazem
juntos, você acredita que o pensamento anterior é verdadeiro,
visto que a Sharpay é muito mais aclamada pelo público e centro
de maior interesse por grande parte dos fãs, mesmo ela sendo a
vilã?
M: A
Gabrielle é a mocinha da história. É inevitável que ela faça par
com Troy. Mas com certeza muitos torcem pela Sharpay. Ela é uma
vilã que tem um certo carisma entre o público. Mas torcer para
Sharpay e Troy terminarem juntos é o mesmo que torcer para o
Titanic não afundar, ou para o Seu Madruga não levar um tapa da
Dona Florinda. Você quer que aconteça, mas no fundo sabe que a
história perderia a essência.
PC: No primeiro filme, Zack Efron apenas dublava as canções. Já
no segundo ele era o intérprete de todas nas quais seu
personagem participava. Por quais motivos você acredita que os
produtores tenham decidido mudar a situação e o que fez com que
Efron já não cantasse desde o primeiro filme?
M:
Dizem que era porque ele não tinha o tom de voz necessário para
cantar as músicas. As músicas já estavam compostas antes de
escolherem os atores, então acredito que por isso acharam melhor
colocar alguém para dublar o Zac. Mas depois, no segundo filme e
em Hairspray, ele mostrou que tem gogó para um musical.
PC: High School Musical 2 é melhor do que o primeiro em
alguns aspectos. A trama tem bem menos clichês (apesar deles
ainda estarem presentes), as músicas têm um estilo melhor para o
público em geral e a qualidade técnica se aprimorou. Mesmo
assim, muitos fãs preferem o primeiro. A que você imagina que se
deva isso?
M:
Vai do gosto de cada um. Geralmente o público se apega mais
quando é uma novidade. A "magia" talvez esteja no primeiro
filme. Eu, particularmente, acho o segundo muito melhor.
PC: Como já mencionado, a continuação de High School Musical
a supera em muitos aspectos no seu formato. Pelo que já foi
visto até agora do terceiro filme, você acha que ele se mostrará
mais elaborado e trará algumas grandiosidades e extravagâncias
para se adaptar ao que é esperado para uma produção com
lançamento mundial nos cinemas do que num simples canal de TV
pago?
M:
Acredito que seja essa a idéia deles. Agora é na telona e, como
diria Sharpay, é obrigação ser algo fabulous. Todos sabem
da qualidade do Kenny Ortega e ele com certeza preparou algo
excelente. Um musical deve contagiar o público. Você tem que
assistir e ficar com vontade de sair dançando, pulando,
cantando. É isso que espero que será HSM3. E não podemos
esquecer do amadurecimento dos atores, que com certeza será
importante para o filme.
PC: Desde o primeiro longa, muitos já não gostavam da Vanessa
Hudgens, seja pelo seu timbre de voz agudo ou pela falta de
química com Zack, como já comentado. Você acha que a decisão da
Disney de mantê-la na série após a divulgação de fotos
suas nua foi arriscada devido a opinião de alguns pais do
público infantil ou era algo necessário já que ela conseguiu
conquistar uma parcela a mais no segundo filme?
M:
Sem a Vanessa não fariam o 3º filme. Não seria a mesma coisa
colocarem uma substituta. A Disney fez o que achou
melhor, afinal, a Vanessa pediu desculpas pelo incidente,
principalmente aos pais porque ela sabe do imenso público
infantil que tem. Se a Miley Cyrus continua fazendo show, por
que impediriam a Vanessa de continuar a série?
PC: A trilha de High School Musical 3 já está circulando
pela internet. Assim como do primeiro para o segundo filme, os
arranjos e melodias progrediram e as músicas se tornaram mais
atraentes. Será que as coreografias conseguirão acompanhar este
progresso ficando mais rápidas e “agressivas” ou será que elas
serão apenas mais divertidas e contagiantes no CD do que na
tela, como alguns exemplos que vimos nos dois primeiros longas?
M:
Devemos esperar para ver. Como eu já disse, Kenny Ortega com
certeza preparou arranjos especiais, afinal, é a estréia nos
cinemas. Acredito que ele não fará feio.
PC: Ainda sobre as canções. Pela trilha, vemos que o tempo de
cada faixa do CD, em comparação aos CD’s anteriores aumentou – e
não foi pouco. Atentando ao fato de que o tempo de projeção do
filme não variou consideravelmente, você acha que isso reflete
uma falta de história, tentando cobrir os buracos com mais
músicas para “enrolar”?
M:
Com certeza história não falta. Na minha opinião, é muito mais
fácil escrever uma continuação para HSM2 do que foi para
escrever para HSM1. E ninguém iria se propor a fazer uma estréia
no cinema tendo um enredo pior que o do segundo filme. Talvez a
história não tenha tanta enrolação e seja mais direta. Só iremos
ter certeza depois de assistir.
PC: Após o terceiro filme, parece que a Disney quer
continuar a série, de volta à TV, com um novo elenco. Não seria
perigoso colocar em jogo um possível final em grande estilo nos
cinemas em vez de seguir com outras franquias do estúdio, como o
também aclamado nos EUA Camp Rock? Aliás, o qual a sua
opinião deste em comparação com High School Musical?
M:
Por mim deveriam acabar assim que terminar o terceiro filme.
Tudo o que é prolongado não agrada muito.
Não assisti Camp Rock, mas pelo o que sei é um filme
musical também, para o mesmo público juvenil. E também é da
Disney. Bom, quando uma fórmula dá certo nós a repetimos, na
maioria das vezes. Acho High School Musical mais
inovador. Tão inovador que terminará, e assim espero, em grande
estilo: na big screen. E, bom, Camp Rock não tem a
Ashley, então já sabemos qual é melhor.
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Este
Especial foi desenvolvido pela equipe Pipoca Combo. Todos
os nomes, produtos e marcas citadas são de propriedade de seus
criadores.
Redatora: Érika Zemuner
Críticas: Breno Ribeiro
Conteúdo: Érika Zemuner e Arthur Melo
Pesquisa: Breno Ribeiro e Érika Zemuner
Visual: Arthur Melo e Rodrigo Rodriguez
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