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A intolerância disfarçada
X-MEN
Pôster: por que a Mística?

MARVEL
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Se você é fã das franquias de filmes de super-heróis, é provável que já tenha se deparado, na sua própria timeline ou em posts de sites sobre cinema, com a polêmica envolvendo o outdoor de divulgação do filme X-Men: Apocalipse. Em resumo, o pôster mostra a personagem Mística (Jennifer Lawrence) sendo estrangulada pelo vilão Apocalipse (Oscar Isaac). Muitas pessoas, especialmente mulheres, sentiram-se ofendidas pela escolha da imagem, que ainda é encimada pela frase “Only the strong will survive” (“Apenas os fortes sobreviverão”, em português). Outras não veem problema, para eles trata-se somente de uma cena de batalha entre o vilão e a protagonista do filme, natural para o contexto da história.

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Existem redutos em Hollywood onde somente homens heterossexuais caucasianos podem participar. Quando há alguma alteração no gênero e na cor de personagens longamente estabelecidos, um alvoroço constrangedor é ouvido pelos labirintos das redes sociais, tornando qualquer tentativa de fazer um filme com alguma minoria no protagonismo da história um risco para os estúdios.

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A aguardada adaptação da série de jogos eletrônicos Warcraft, em sua chegada aos cinemas, deixa claro desde o título que a ideia é – claro – servir como base para a construção de uma história épica em vários capítulos. O filme em si, no entanto, se limita a um recorte surpreendentemente modesto do conflito entre os habitantes de Azeroth e os orcs invasores e, apesar de apresentar uma linguagem própria, cai na armadilha da ingenuidade típica de adaptações cinematográficas de games.

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Há seis anos, quando o Universo Cinematográfico da Marvel ainda era só uma promessa, fiz um artigo para o Pipoca Combo sobre por quê eu não queria um universo compartilhado da DC no cinema. Muita coisa mudou desde aquela época e, é claro, a Warner segue tentando seu universo “expandido”, como chama, buscando monetizar com os personagens da DC da mesma maneira que a Marvel tem conseguido com grande sucesso com seus personagens. Mas por que a Warner chegou tão tarde no jogo, sendo que começou com ele muito antes? Não sou capaz de dar uma resposta definitiva a essa pergunta, mas olhar para o passado é sempre um bom ponto de partida para se compreender o presente.

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Rigorosamente todos os elementos de um filme podem – e devem – ser utilizados como ferramentas narrativas. As cores (ou a ausência delas), por exemplo, ajudam a determinar a estética de uma produção, que deve estar alinhada à proposta narrativa do projeto, da mesma forma que a edição de som, a montagem, a trilha sonora, as atuações e todas as demais peças da obra – juntas ou separadas – precisam ser trabalhadas para despertar sensações específicas na audiência e, dessa forma, alcançar os resultados pretendidos pelos realizadores. Com o 3D não é diferente.

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Chega aos cinemas a continuação da história de Alice Kingsleigh, que da personagem pouco tem. Com pouca ou quase nenhuma inovação positiva em relação ao anterior, o longa dirigido por James Bobin e produzido por Tim Burton não precisava ter sido feito, ou pelo menos deveria ter ido direto para o serviço de streaming mais perto do seu controle remoto.

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Diz-se que o correto é se dirigir à sala de cinema deixando a expectativa (seja para o bem ou para o mal) do lado de fora. Mas ao considerarmos o histórico de Bryan Singer na série X-Men, era inevitável colocar um peso no primeiro grande embate dos mutantes no Cinema com um inimigo absoluto. O resultado de X-Men: Apocalipse quase nos faz, assim, nos prestarmos a dividirmos certa parte da culpa pelo parcial descontentamento.

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Em 2010, quando o Universo Marvel ainda estava engatinhando nos cinemas, o nosso colunista Rafael Rodrigues falou quais problemas ele já previa na formulação do universo compartilhado dos heróis da DC Comics nas telas. Seis anos depois, o principal motivo apontado por ele parece não ter sido o maior dos problemas, mas o resultado final (pelo menos até agora) certamente foi o mesmo: apesar da boa bilheteria de Batman Vs Superman, uma parcela esmagadora do público não gostou do filme (ainda mais quando comparam com Capitão América: Guerra Civil) e muito menos a crítica especializada. Somando o fato de que O Homem de Aço não foi um enorme sucesso em nenhum desses dois públicos e que as expectativas para Aquaman, The Flash (que perdeu seu diretor), Mulher-Maravilha e Liga da Justiça já começam a sofrer as consequências, a Warner Bros. tem motivos pra se preocupar. Na verdade, ela já está.

Leia o artigo original clicando aqui, no qual Rafael apontava desde aquela época que muita ação e pouco desenvolvimento dramático de qualidade, com verossimilhança, era uma ameaça para o bom resultado desses filmes.

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Nessa quinta-feira, a Lionsgate divulgou a primeira imagem oficial dos uniformes dos Power Rangers para o novo filme que recontará a trama da primeira temporada da série de TV original dos anos 90. E o retorno do público, ao que parece, não só foi o que a equipe do longa esperava, como também bastante positiva – a julgar pelo que se vê em comentários de sites, fóruns e tuítes. Mas, claro, com ressalvas a todo lado.

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Comentários desativados em Power Rangers | Por que os novos uniformes fazem sentido, mesmo que você não goste? comentários via Facebook »

Se tem um grande prazer que o Cinema pode nos proporcionar é usar de suas melhores alegorias para retratar de maneira didática questões, ideais e situações reais. Elevar uma trama verossímil ao deslumbre é um gancho perspicaz para dialogar com uma plateia que precisa escutar, mas que em sua realidade não se abre para ouvir. Capitão América: Guerra Civil é, antes de um filme de super-heróis, uma sugestão de postura autocrítica que todos deveriam ter.

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Parece que a vida da Disney no resgate de seus clássicos animados em longas com atores reais é uma montanha-russa. Se acerta em cheio em algumas tentativas de revitalizar textos que não conversam bastante com o público atual, dá sinceros escorregões em outros. Mogli: O Menino Lobo, apesar de visualmente encantador, é um desses casos do último grupo citado.

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Do topo do meu privilégio masculino, por muito tempo rejeitei a ideia da corrente feminista que defende que “todo homem é um estuprador em potencial”. O discurso só passou a fazer sentido para mim quando fiz a leitura correta e entendi que, em situações criticas, a figura masculina, por si só, pode representar uma ameaça palpável para mulheres e despertar nelas um instinto de autopreservação; em outras palavras, é perfeitamente compreensível que uma mulher adote uma postura defensiva, por exemplo, ao cruzar com um homem desconhecido em uma rua deserta, já que a estabilidade mental do sujeito é uma incógnita e agressões misóginas são muitíssimo mais comuns do que gostaríamos.

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