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HARRY POTTER
A falha do marketing
CAP. AMÉRICA GAY
A intolerância disfarçada
X-MEN
Pôster: por que a Mística?

MARVEL
Fase 4 se aproxima




Lá se vão 13 anos desde que Procurando Nemo chegou aos cinemas e cativou o mundo com a emocionante história de um pai, Marlin, que cruza o oceano para reencontrar seu filho, Nemo. Ainda que os peixes-palhaço sejam as grandes estrelas da trama, quem rouba a cena é de outra espécie: a cirurgião-patela Dory, que se tornou um grande ícone da cultura pop por encantar a todos com seu bom humor e determinação para continuar a nadar mesmo sofrendo com sua perda de memória recente. O sucesso foi tanto que ela se tornou a protagonista-título da continuação, Procurando Dory, que estreia amanhã.

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É inegável que Independence Day – o original, de 1996 – é um dos maiores clássicos do cinema no que tange alienígenas invadindo a Terra, além de ser um grande sucesso de público: arrecadou US$817 milhões mundo afora e custou “apenas” US$ 75 milhões. Dessa forma, é natural que esteja presente no imaginário popular e nos planos da 20th Century Fox, que, como outros grandes estúdios e distribuidoras, tanto insistem em reboots, continuações, prelúdios e o que quer que possa ser convertido em cifras. Independence Day: O Ressurgimento – o novo, deste ano – se esforça para transformar a si próprio e seu antecessor em uma franquia, mas não consegue ir muito além do desejo por dinheiro e da megalomania cada vez mais superficial de seu diretor, Roland Emmerich.

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Se voltássemos aos anos 2000 e déssemos uma breve olhada no buzz criado praticamente do zero em torno da série de livros Harry Potter, fomentando um público cativo no Brasil para a estreia nos cinemas de Pedra Filosofal (o primeiro da franquia), veríamos como uma campanha de marketing pode ser certeira. Não é por menos que durante alguns anos esse case serviu de exemplo para muito planejamento na área. Soa no mínimo estranho o aparente contraponto que vemos agora.

Em uma campanha global para divulgar Animais Fantásticos e Onde Habitam, primeira trama derivada do universo Harry Potter nos cinemas, a Warner Bros. selecionou dois “influenciadores culturais” de cada país para servirem como uma espécie de porta-voz promocional do longa. Por aqui, os escolhidos foram o youtuber e tuiteiro Felipe Neto e o blogueiro Hugo Gloss. No instante em que ambos foram anunciados, o público entrou em combustão espontânea.

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Assistir a um filme com Ricardo Darín é, mal comparando, como assistir a um filme com Wagner Moura. Pode até não ser um filmaço, mas é uma garantia, via de regra, de um produto final bem cuidado. Esse é o caso de Truman: um exemplar menos relevante na carreira do ator argentino, mas que, nem por isso, deixa de ser um bom filme.

Darín é Julian, ator de sucesso que decide não mais lutar contra um câncer em fase terminal para não ter que viver seus últimos dias no meio de médicos e de hospitais. Só que morrer dá trabalho, então ele tem que resolver algumas pendências burocráticas – como o destino a ser dado a seu cachorro, o Truman do título – e enfrentar a resistência dos amigos, que não concordam com sua decisão.

O filme, então, se desenrola com tranquilidade, equilibrando-se bem entre risadas e lágrimas, sem sobressaltos. Darin parece estar um pouco no piloto-automático, fazendo aquele típico argentino, meio reclamão, mas do bem. Melhor está Javier Câmara, que interpreta com sutileza o amigo Thomas, companheiro das últimas aventuras.

Truman, o cachorro, pouco aparece, mas acaba sendo bem representativo no final (fique tranquilo, não trabalhamos com spoilers). Truman, o filme, tem seus bons momentos, é bonitinho, mas não chega a comover.


Truman (Argentina/Espanha, 2015). Drama. Comédia. Pandora Filmes.
Direção: Cesc Gay.
Elenco: Ricardo Darín, Javier Câmara.
Status: em exibição.

 

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Há algumas semanas, noticiamos no nosso Facebook uma movimentação de usuários no Twitter que pediam à Marvel Studios que o Capitão América ganhasse um namorado. Em minutos, os comentários viraram um verdadeiro campo de batalha, no qual apenas um exército atacava (o outro, se protegia). Precisamos falar sobre a intolerância. Precisamos falar sobre a falta de empatia. Precisamos falar, sim, sobre a capacidade de parar, refletir, se colocar no lugar do outro e perceber que a primeira coisa que vem à cabeça não é natural coisa nenhuma, mas sim uma mera repetição robótica de conceitos artificiais criados por quem precisou um dia estabelecer algum controle social.

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Após um primeiro ato eletrizante, Truque de Mestre 2 tenta flertar com o interesse do público pelo que acontece atrás das cortinas, sem perder o glamour dos holofotes. Como resultado, acaba se perdendo um pouco e decepcionando, em comparação ao ato anterior, porém continua sendo uma boa escolha para diversão descompromissada.

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Se você é fã das franquias de filmes de super-heróis, é provável que já tenha se deparado, na sua própria timeline ou em posts de sites sobre cinema, com a polêmica envolvendo o outdoor de divulgação do filme X-Men: Apocalipse. Em resumo, o pôster mostra a personagem Mística (Jennifer Lawrence) sendo estrangulada pelo vilão Apocalipse (Oscar Isaac). Muitas pessoas, especialmente mulheres, sentiram-se ofendidas pela escolha da imagem, que ainda é encimada pela frase “Only the strong will survive” (“Apenas os fortes sobreviverão”, em português). Outras não veem problema, para eles trata-se somente de uma cena de batalha entre o vilão e a protagonista do filme, natural para o contexto da história.

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Existem redutos em Hollywood onde somente homens heterossexuais caucasianos podem participar. Quando há alguma alteração no gênero e na cor de personagens longamente estabelecidos, um alvoroço constrangedor é ouvido pelos labirintos das redes sociais, tornando qualquer tentativa de fazer um filme com alguma minoria no protagonismo da história um risco para os estúdios.

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A aguardada adaptação da série de jogos eletrônicos Warcraft, em sua chegada aos cinemas, deixa claro desde o título que a ideia é – claro – servir como base para a construção de uma história épica em vários capítulos. O filme em si, no entanto, se limita a um recorte surpreendentemente modesto do conflito entre os habitantes de Azeroth e os orcs invasores e, apesar de apresentar uma linguagem própria, cai na armadilha da ingenuidade típica de adaptações cinematográficas de games.

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Há seis anos, quando o Universo Cinematográfico da Marvel ainda era só uma promessa, fiz um artigo para o Pipoca Combo sobre por quê eu não queria um universo compartilhado da DC no cinema. Muita coisa mudou desde aquela época e, é claro, a Warner segue tentando seu universo “expandido”, como chama, buscando monetizar com os personagens da DC da mesma maneira que a Marvel tem conseguido com grande sucesso com seus personagens. Mas por que a Warner chegou tão tarde no jogo, sendo que começou com ele muito antes? Não sou capaz de dar uma resposta definitiva a essa pergunta, mas olhar para o passado é sempre um bom ponto de partida para se compreender o presente.

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Rigorosamente todos os elementos de um filme podem – e devem – ser utilizados como ferramentas narrativas. As cores (ou a ausência delas), por exemplo, ajudam a determinar a estética de uma produção, que deve estar alinhada à proposta narrativa do projeto, da mesma forma que a edição de som, a montagem, a trilha sonora, as atuações e todas as demais peças da obra – juntas ou separadas – precisam ser trabalhadas para despertar sensações específicas na audiência e, dessa forma, alcançar os resultados pretendidos pelos realizadores. Com o 3D não é diferente.

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Chega aos cinemas a continuação da história de Alice Kingsleigh, que da personagem pouco tem. Com pouca ou quase nenhuma inovação positiva em relação ao anterior, o longa dirigido por James Bobin e produzido por Tim Burton não precisava ter sido feito, ou pelo menos deveria ter ido direto para o serviço de streaming mais perto do seu controle remoto.

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