Transformers 3: A Coletiva de Imprensa

Ação
// 28/06/2011


No último dia 20 de junho, uma segunda-feira, o Pipoca Combo esteve presente na Coletiva de Imprensa com o diretor Michael Bay e os atores Rosie Huntington Whiteley & Josh Duhamel, do filme Transformers: O Lado Oculto da Lua (Transformers: Dark of The Moon), realizada no Salão Azul do Copacabana Palace, no Rio de Janeiro.

Na coletiva, Bay comentou alguns aspectos sobre suas ideias para a realização do filme e o processo para o mesmo, como a opção pelo 3D. Muito simpático, o diretor ainda tocou na sua própria ferida ainda aberta, Transformers 2, e evidenciou a potência para o mercado cinematográfico que tem se tornado o Brasil. E prometeu que este será o melhor filme da trilogia.

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Coletiva de Imprensa
Transformers: O Lado Oculto da Lua
por Daniel Mattoso

No início da entrevista, ao ser indagado do porquê de sua mudança de opinião quanto a realização do filme em formato 3D, Michael Bay explicou que não tinha sido contra a utilização da nova tecnologia, mas que se fosse para fazer o terceiro longametragem da franquia neste estilo, queria fazê-lo utilizando a melhor tecnologia existente.

Bay também justificou uma vez mais o “fiasco” que foi o segundo filme, em virtude da greve dos roteiristas de 2007. Em meio a muita descontração, revelou que o convite a Leonard Nimoy – o eterno Sr. Spock da série Jornada nas Estrelas – foi feito por insistência de sua mãe, uma vez que, sendo parentes, acabaram por se encontrar por ocasião no Dia de Ação de Graças. Embora Nimoy já tivesse revelado estar se aposentando, Michael se sentiu honrado por ele ter aceitado emprestar sua voz uma vez mais para dar vida ao Autobot Sentinel Prime neste novo Transformers, sendo esta a segunda vez que o ator o fez, já que em 1986 ele o tinha feito ao personagem Galvatron no longa animado The Transformers: The Movie.

Sobre o lançamento do filme no Brasil, Bay comentou que “O Brasil é um mercado emergente de cinema, por isso a escolha do país.”; e que daqui partiriam para Rússia, que juntamente faz parte do bloco de países emergentes conhecido como BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China).

Bay estava bastante receptivo, o que fez com que a coletiva se estendesse um pouco mais. Quando perguntado sobre “o que foi mais difícil na realização do filme?’, respondeu em tom de brincadeira: “Aturar as reclamações do Shia!”.

Ao adentrar no salão, Rosie Huntington-Whiteley arrancou suspiros de todos os jornalistas presentes. Com uma beleza indescritível, trajando um longo vestido preto com uma abertura até a cintura e mostrando toda a sua exuberância, caminhou lentamente até se assentar à mesa ao lado de Michael Bay. Passado o “espanto” inicial e iniciada a sessão de perguntas, Rosie se mostrou bastante descontraída e à vontade. A ser questionada sobre qual o maior desafio enfrentado por ela ao trabalhar no filme, a atriz revelou que interpretar com “o vazio” foi o mais trabalhoso, pois tinha de usar a sua imaginação em todas as vezes em que era obrigada a interagir com um dos robôs, que somente seriam acrescentados depois por computação gráfica. “Embora o Michael me mostrasse no iPad como os robôs ficariam na cena, ainda assim era bastante difícil imaginar como eles seriam”, disse a atriz.


Josh Duhamel
foi o último a tomar lugar à mesa. Inicialmente um pouco tímido, logo rendeu-se ao charme de Whiteley e a informalidade de Bay, e começou a disparar sorrisos, mesmo com a insistência de alguns repórteres de falar apenas de sua esposa (Fergie – Black Eyed Peas), ao que a cada vez que ouvia seu nome sendo pronunciado, deixava escapar um “hunf” nada amigável.


A última pergunta feita foi sobre que reação Michael Bay esperava dos antigos fãs do desenho animado, ao que respondeu:

“Acredito que os fãs irão gostar deste filme, pois desta vez não tivemos o problema da greve de roteiristas como no trabalho anterior. Em Transformers 3 incluímos mais personagens, mais ação, mais background, de modo a agradar aos novos e aos antigos fãs”.

Transformers: O Lado Oculto da Lua estreia nos cinemas brasileiros em 2D e 3D em 1º de julho de 2011.

A crítica você confere aqui amanhã.

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