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HARRY POTTER
A falha do marketing
CAP. AMÉRICA GAY
A intolerância disfarçada
X-MEN
Pôster: por que a Mística?

MARVEL
Fase 4 se aproxima




Honesto, ainda que pouco crível, Águas Rasas é um exercício narrativo que se encaixa em um nicho cinematográfico bem específico: os suspenses de um ambiente (e um protagonista) só. O filme, que pode até ser encarado como a redenção cinematográfica de Blake Lively (Gossip Girl, o insosso Selvagens), eleva a tensão a níveis que beiram o insuportável – de um jeito bom – mas, como o título deixa explícito, não se aprofunda em nenhum outro quesito.

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Cercado de expectativa e hype, além da responsabilidade de conferir credibilidade ao universo cinematográfico da DC Comics após o controverso Batman v Superman, Esquadrão Suicida chega aos cinemas como um filme que também sofre com uma trama sobrecarregada de elementos e tenta incansavelmente parecer cool. A boa notícia é que, quando alcança esse objetivo, o longa entrega ao público os melhores momentos da rival da Marvel na tela grande até agora.

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Um novo filme de Almodóvar é sempre um acontecimento para os cinéfilos de plantão. A ponto de suas obras, quando em cartaz, serem costumeiramente renomeadas para “o último do Almodóvar”, como se importasse mais sua autoria do que o conteúdo. No universo mais pop, esse fenômeno também pode ser sentido, por exemplo, com Tarantino e Woody Allen, certamente porque é fácil identificar nos três casos uma assinatura bem típica do diretor.

Especificamente no caso de Almodóvar, há quase uma dupla personalidade: o espanhol alterna entre dramalhão – como os ótimos Tudo Sobre Minha Mãe e A Pele que Habito – e nonsense histérico, como seu mais recente (e esquecível) Os Amantes Passageiros.

Então, qual é a cara do último do Almodóvar? Julieta é uma dose de 100 minutos de melancolia. A história, que alterna entre presente e flashback, é constantemente triste, mesmo nos momentos de alegria dos personagens. Contribui para isso uma trilha sonora pesada, quase tensa, que parece dizer o tempo todo para o espectador: algo de ruim vai acontecer. Com isso, o filme segura a atenção. Mas cansa em alguns momentos na espera de um clímax que que quando chega não consegue impactar porque é incompleto.

Ainda assim, é uma obra elegante, bonita de se ver. Emma Suarez se sai muito bem como a Julieta mais madura e sofrida, enquanto Adriana Ugarte impressiona mais pela beleza de sua jovem Julieta. Daniel Grao convence como o pescador bonitão e Rossy de Palma é responsável pelos pontuais sorrisos da plateia.

Ao final, embora Julieta não alcance o nível dos melhores filmes do diretor espanhol, o redime do equivocado filme anterior e confirma a tese de que sempre vale a pena conferir o “último do Almodóvar”.


Julieta (Espanha, 2016). Drama. Universal Pictures.
Direção: Pedro ALmodóvar
Elenco: Adriana Ugarte, Rossy de Palma, Inma Cuesta
Status: em exibição.

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Algumas produções cinematográficas, ainda na fase de pré-produção, já possuem legiões entusiasmadas de fãs. Outras já começam sob uma enxurrada de críticas. No entanto, a refilmagem de Caça-Fantasmas é um caso singular na indústria de Hollywood. Atacando uma das produções mais marcantes da década de 1980, fenômeno cultural da época, o filme de Paul Feig recebeu um volume inédito de reprovações, culminando em movimentos de boicote e ameaças de morte a ele próprio e ao elenco. É extremamente necessário que a sociedade reflita sobre o senso ético — ou a falta de — ao lidar com a frustração de expectativas.

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Todo ano, somos bombardeados por um sem-fim de continuações e reboots no cinema. A escolha é bastante óbvia: para garantir uma bilheteria gorda, os estúdios buscam produzir para os públicos que já existem (não é à toa que a cada semana menos histórias exclusivas chegam ao cinema). É nesses projetos que as portas para eventuais mudanças na trama original são abertas, permitindo que a nova versão de um filme antigo se adapte às necessidades de mercado, narrativas, tecnológicas ou à realidade social atual. É por esses e outros fatores que o Batman se tornou mais sombrio, que o Superman perdeu a cueca sobre as calças ou que Pânico 4 transferiu o cenário para as redes sociais e tecnologia móvel. “Nova década, novas regras”, como muito bem dizia o slogan do terror de Wes Craven.

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Não fosse a presença de Emilia Clarke, muito em evidência por causa de seu papel na série Game of Thrones, é bastante provável que Como Eu Era Antes de Você não teria alcançado a liderança da bilheteria brasileira. Eu também estava na expectativa de ver a Não Queimada numa personagem atual e urbana, então lá fui eu ao cinema prestigiar o filme romântico da vez, esperando, quem sabe, ser surpreendido por algo interessante. É bem verdade que o trailer já indicava se tratar de um sopão de clichês, mas, ainda assim, resolvi arriscar.

Pois era melhor ter ficado em casa vendo a reprise de GoT.

Como Eu Era Antes de Você, adaptação do livro de mesmo título, aposta na linha dramédia, popularizada nos últimos tempos em séries e filmes. E segue a cartilha direitinho: tem protagonista fofa, tem personagem amargo que vai adoçando, tem cena feita-pra-rir, tem cena feita-pra-chorar, tem amor improvável (que, na verdade, é óbvio que vai acontecer) e, claro, tem sofrimento, representado aqui pela tetraplegia de Will. Ah, e se nada disso te pegar, ainda tem música bonitinha do Ed Sheeran, que você já cantarolou por aí e que vai de primeira aquecer seu coração.

Emilia Clarke aposta em caretas pra compor sua Louisa e acaba caindo na caricatura. Melhor está Sam Clafin no papel de Will Traynor, o playboy bonitão que leva uma rasteira da vida e tem que se equilibrar entre suas limitações físicas e o eterno jeito sedutor.

No mais, é tudo bastante previsível, até mesmo o choro de parte da plateia.


Me Before You (EUA, 2016). Romance. Warner Bros.
Direção: Thea Sharrock
Elenco: Emilia Clarke, Sam Claflin, Janet McTeer
Status: em exibição

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Lá se vão 13 anos desde que Procurando Nemo chegou aos cinemas e cativou o mundo com a emocionante história de um pai, Marlin, que cruza o oceano para reencontrar seu filho, Nemo. Ainda que os peixes-palhaço sejam as grandes estrelas da trama, quem rouba a cena é de outra espécie: a cirurgião-patela Dory, que se tornou um grande ícone da cultura pop por encantar a todos com seu bom humor e determinação para continuar a nadar mesmo sofrendo com sua perda de memória recente. O sucesso foi tanto que ela se tornou a protagonista-título da continuação, Procurando Dory, que estreia amanhã.

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É inegável que Independence Day – o original, de 1996 – é um dos maiores clássicos do cinema no que tange alienígenas invadindo a Terra, além de ser um grande sucesso de público: arrecadou US$817 milhões mundo afora e custou “apenas” US$ 75 milhões. Dessa forma, é natural que esteja presente no imaginário popular e nos planos da 20th Century Fox, que, como outros grandes estúdios e distribuidoras, tanto insistem em reboots, continuações, prelúdios e o que quer que possa ser convertido em cifras. Independence Day: O Ressurgimento – o novo, deste ano – se esforça para transformar a si próprio e seu antecessor em uma franquia, mas não consegue ir muito além do desejo por dinheiro e da megalomania cada vez mais superficial de seu diretor, Roland Emmerich.

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Se voltássemos aos anos 2000 e déssemos uma breve olhada no buzz criado praticamente do zero em torno da série de livros Harry Potter, fomentando um público cativo no Brasil para a estreia nos cinemas de Pedra Filosofal (o primeiro da franquia), veríamos como uma campanha de marketing pode ser certeira. Não é por menos que durante alguns anos esse case serviu de exemplo para muito planejamento na área. Soa no mínimo estranho o aparente contraponto que vemos agora.

Em uma campanha global para divulgar Animais Fantásticos e Onde Habitam, primeira trama derivada do universo Harry Potter nos cinemas, a Warner Bros. selecionou dois “influenciadores culturais” de cada país para servirem como uma espécie de porta-voz promocional do longa. Por aqui, os escolhidos foram o youtuber e tuiteiro Felipe Neto e o blogueiro Hugo Gloss. No instante em que ambos foram anunciados, o público entrou em combustão espontânea.

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Assistir a um filme com Ricardo Darín é, mal comparando, como assistir a um filme com Wagner Moura. Pode até não ser um filmaço, mas é uma garantia, via de regra, de um produto final bem cuidado. Esse é o caso de Truman: um exemplar menos relevante na carreira do ator argentino, mas que, nem por isso, deixa de ser um bom filme.

Darín é Julian, ator de sucesso que decide não mais lutar contra um câncer em fase terminal para não ter que viver seus últimos dias no meio de médicos e de hospitais. Só que morrer dá trabalho, então ele tem que resolver algumas pendências burocráticas – como o destino a ser dado a seu cachorro, o Truman do título – e enfrentar a resistência dos amigos, que não concordam com sua decisão.

O filme, então, se desenrola com tranquilidade, equilibrando-se bem entre risadas e lágrimas, sem sobressaltos. Darin parece estar um pouco no piloto-automático, fazendo aquele típico argentino, meio reclamão, mas do bem. Melhor está Javier Câmara, que interpreta com sutileza o amigo Thomas, companheiro das últimas aventuras.

Truman, o cachorro, pouco aparece, mas acaba sendo bem representativo no final (fique tranquilo, não trabalhamos com spoilers). Truman, o filme, tem seus bons momentos, é bonitinho, mas não chega a comover.


Truman (Argentina/Espanha, 2015). Drama. Comédia. Pandora Filmes.
Direção: Cesc Gay.
Elenco: Ricardo Darín, Javier Câmara.
Status: em exibição.

 

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Há algumas semanas, noticiamos no nosso Facebook uma movimentação de usuários no Twitter que pediam à Marvel Studios que o Capitão América ganhasse um namorado. Em minutos, os comentários viraram um verdadeiro campo de batalha, no qual apenas um exército atacava (o outro, se protegia). Precisamos falar sobre a intolerância. Precisamos falar sobre a falta de empatia. Precisamos falar, sim, sobre a capacidade de parar, refletir, se colocar no lugar do outro e perceber que a primeira coisa que vem à cabeça não é natural coisa nenhuma, mas sim uma mera repetição robótica de conceitos artificiais criados por quem precisou um dia estabelecer algum controle social.

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Após um primeiro ato eletrizante, Truque de Mestre 2 tenta flertar com o interesse do público pelo que acontece atrás das cortinas, sem perder o glamour dos holofotes. Como resultado, acaba se perdendo um pouco e decepcionando, em comparação ao ato anterior, porém continua sendo uma boa escolha para diversão descompromissada.

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