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POWER RANGERS
Novos uniformes têm sentido
ALICE E PAN
Personagens em um só filme
BEETLEJUICE 2
Filme não está confirmado

MARVEL
Fase 4 se aproxima



 

 

Rigorosamente todos os elementos de um filme podem – e devem – ser utilizados como ferramentas narrativas. As cores (ou a ausência delas), por exemplo, ajudam a determinar a estética de uma produção, que deve estar alinhada à proposta narrativa do projeto, da mesma forma que a edição de som, a montagem, a trilha sonora, as atuações e todas as demais peças da obra – juntas ou separadas – precisam ser trabalhadas para despertar sensações específicas na audiência e, dessa forma, alcançar os resultados pretendidos pelos realizadores. Com o 3D não é diferente.

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Chega aos cinemas a continuação da história de Alice Kingsleigh, que da personagem pouco tem. Com pouca ou quase nenhuma inovação positiva em relação ao anterior, o longa dirigido por James Bobin e produzido por Tim Burton não precisava ter sido feito, ou pelo menos deveria ter ido direto para o serviço de streaming mais perto do seu controle remoto.

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Diz-se que o correto é se dirigir à sala de cinema deixando a expectativa (seja para o bem ou para o mal) do lado de fora. Mas ao considerarmos o histórico de Bryan Singer na série X-Men, era inevitável colocar um peso no primeiro grande embate dos mutantes no Cinema com um inimigo absoluto. O resultado de X-Men: Apocalipse quase nos faz, assim, nos prestarmos a dividirmos certa parte da culpa pelo parcial descontentamento.

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Em 2010, quando o Universo Marvel ainda estava engatinhando nos cinemas, o nosso colunista Rafael Rodrigues falou quais problemas ele já previa na formulação do universo compartilhado dos heróis da DC Comics nas telas. Seis anos depois, o principal motivo apontado por ele parece não ter sido o maior dos problemas, mas o resultado final (pelo menos até agora) certamente foi o mesmo: apesar da boa bilheteria de Batman Vs Superman, uma parcela esmagadora do público não gostou do filme (ainda mais quando comparam com Capitão América: Guerra Civil) e muito menos a crítica especializada. Somando o fato de que O Homem de Aço não foi um enorme sucesso em nenhum desses dois públicos e que as expectativas para Aquaman, The Flash (que perdeu seu diretor), Mulher-Maravilha e Liga da Justiça já começam a sofrer as consequências, a Warner Bros. tem motivos pra se preocupar. Na verdade, ela já está.

Leia o artigo original clicando aqui, no qual Rafael apontava desde aquela época que muita ação e pouco desenvolvimento dramático de qualidade, com verossimilhança, era uma ameaça para o bom resultado desses filmes.

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Nessa quinta-feira, a Lionsgate divulgou a primeira imagem oficial dos uniformes dos Power Rangers para o novo filme que recontará a trama da primeira temporada da série de TV original dos anos 90. E o retorno do público, ao que parece, não só foi o que a equipe do longa esperava, como também bastante positiva – a julgar pelo que se vê em comentários de sites, fóruns e tuítes. Mas, claro, com ressalvas a todo lado.

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Comentários desativados em Power Rangers | Por que os novos uniformes fazem sentido, mesmo que você não goste? comentários via Facebook »

Se tem um grande prazer que o Cinema pode nos proporcionar é usar de suas melhores alegorias para retratar de maneira didática questões, ideais e situações reais. Elevar uma trama verossímil ao deslumbre é um gancho perspicaz para dialogar com uma plateia que precisa escutar, mas que em sua realidade não se abre para ouvir. Capitão América: Guerra Civil é, antes de um filme de super-heróis, uma sugestão de postura autocrítica que todos deveriam ter.

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Parece que a vida da Disney no resgate de seus clássicos animados em longas com atores reais é uma montanha-russa. Se acerta em cheio em algumas tentativas de revitalizar textos que não conversam bastante com o público atual, dá sinceros escorregões em outros. Mogli: O Menino Lobo, apesar de visualmente encantador, é um desses casos do último grupo citado.

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Do topo do meu privilégio masculino, por muito tempo rejeitei a ideia da corrente feminista que defende que “todo homem é um estuprador em potencial”. O discurso só passou a fazer sentido para mim quando fiz a leitura correta e entendi que, em situações criticas, a figura masculina, por si só, pode representar uma ameaça palpável para mulheres e despertar nelas um instinto de autopreservação; em outras palavras, é perfeitamente compreensível que uma mulher adote uma postura defensiva, por exemplo, ao cruzar com um homem desconhecido em uma rua deserta, já que a estabilidade mental do sujeito é uma incógnita e agressões misóginas são muitíssimo mais comuns do que gostaríamos.

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Mal conseguiu pagar os pecados com Divertida Mente, voltando ao coração e idolatração da público, a Pixar recua novamente em seu brilhantismo e padrão inovador em O Bom Dinossauro, repetindo uma fórmula simples que já não é um gancho pra ninguém.

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Resgatar a mais célebre franquia do Cinema sem a presença de seu criador pode ser um tiro no pé, claro. Mas revisto o que foi feito há cerca de dez anos, a nova trilogia de Star Wars está melhor sem George Lucas. O Despertar da Força foi prometido como o primeiro exemplo. Restava saber se toda a comoção mundial acerca de uma história que até um ano atrás estava adormecida é uma resposta inconsciente à maior campanha de marketing global no entretenimento ou a um filme que, de verdade, é bom.

Essa crítica não contém spoilers sobre a trama, mas comenta a construção de algumas cenas específicas.

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Após uma primeira parte que deixou fãs e espectadores ocasionais esperando por mais ação, Jogos Vorazes: Esperança — O Final consegue entregar a diversão prometida. Com sequências envolventes e eletrizantes, o filme se desenrola como uma montanha-russa que faz o passageiro retornar à fila para mais voltas. A direção e a trilha sonora caminham em conjunto com o roteiro, deixando momentos para os soluços e as gargalhadas, como uma peça bem ensaiada.

A infeliz morte de Phillip Seymour Hoffman (Plutarch Heavensbee) não se tornou empecilho à conclusão da saga. O longa aproveita a fotografia recheada de computação gráfica para criar esse cenário de apocalipse e inflar os momentos de adrenalina. Apesar de ter muitas surpresas para quem não leu a trama original, os fãs podem ter certeza de que assistirão a algo que honra e se mantém fiel ao original.

A crítica completa do último capítulo da série será publicada neste fim de semana.

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Sempre que tento entender o inexplicável e estrondoso sucesso do fraco Meu Malvado Favorito e de sua horrorosa continuação, lembro da ocasião em que estive presente em uma sessão de Dredd em que o teaser trailer em 3D do segundo filme foi exibido para uma plateia formada exclusivamente por adultos, cujas reações à peça de divulgação (que foi exaustivamente exibida ao longo de meses nos cinemas) chamaram muito minha atenção: primeiro, a incapacidade dos espectadores de esconder o deslumbramento infantil com a língua-de-sogra que parecia invadir a sala na direção das poltronas e, segundo, a explosão de gargalhadas (adultas, repito e enfatizo) que inundou o ambiente quando um dos minions esmurra e derruba um dos companheiros no desfecho da cena.

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