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Fase 4 se aproxima




Arquivo da Categoria “Críticas”

Assistir a um filme com Ricardo Darín é, mal comparando, como assistir a um filme com Wagner Moura. Pode até não ser um filmaço, mas é uma garantia, via de regra, de um produto final bem cuidado. Esse é o caso de Truman: um exemplar menos relevante na carreira do ator argentino, mas que, nem por isso, deixa de ser um bom filme.

Darín é Julian, ator de sucesso que decide não mais lutar contra um câncer em fase terminal para não ter que viver seus últimos dias no meio de médicos e de hospitais. Só que morrer dá trabalho, então ele tem que resolver algumas pendências burocráticas – como o destino a ser dado a seu cachorro, o Truman do título – e enfrentar a resistência dos amigos, que não concordam com sua decisão.

O filme, então, se desenrola com tranquilidade, equilibrando-se bem entre risadas e lágrimas, sem sobressaltos. Darin parece estar um pouco no piloto-automático, fazendo aquele típico argentino, meio reclamão, mas do bem. Melhor está Javier Câmara, que interpreta com sutileza o amigo Thomas, companheiro das últimas aventuras.

Truman, o cachorro, pouco aparece, mas acaba sendo bem representativo no final (fique tranquilo, não trabalhamos com spoilers). Truman, o filme, tem seus bons momentos, é bonitinho, mas não chega a comover.


Truman (Argentina/Espanha, 2015). Drama. Comédia. Pandora Filmes.
Direção: Cesc Gay.
Elenco: Ricardo Darín, Javier Câmara.
Status: em exibição.

 

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Após um primeiro ato eletrizante, Truque de Mestre 2 tenta flertar com o interesse do público pelo que acontece atrás das cortinas, sem perder o glamour dos holofotes. Como resultado, acaba se perdendo um pouco e decepcionando, em comparação ao ato anterior, porém continua sendo uma boa escolha para diversão descompromissada.

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A aguardada adaptação da série de jogos eletrônicos Warcraft, em sua chegada aos cinemas, deixa claro desde o título que a ideia é – claro – servir como base para a construção de uma história épica em vários capítulos. O filme em si, no entanto, se limita a um recorte surpreendentemente modesto do conflito entre os habitantes de Azeroth e os orcs invasores e, apesar de apresentar uma linguagem própria, cai na armadilha da ingenuidade típica de adaptações cinematográficas de games.

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Chega aos cinemas a continuação da história de Alice Kingsleigh, que da personagem pouco tem. Com pouca ou quase nenhuma inovação positiva em relação ao anterior, o longa dirigido por James Bobin e produzido por Tim Burton não precisava ter sido feito, ou pelo menos deveria ter ido direto para o serviço de streaming mais perto do seu controle remoto.

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Diz-se que o correto é se dirigir à sala de cinema deixando a expectativa (seja para o bem ou para o mal) do lado de fora. Mas ao considerarmos o histórico de Bryan Singer na série X-Men, era inevitável colocar um peso no primeiro grande embate dos mutantes no Cinema com um inimigo absoluto. O resultado de X-Men: Apocalipse quase nos faz, assim, nos prestarmos a dividirmos certa parte da culpa pelo parcial descontentamento.

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Se tem um grande prazer que o Cinema pode nos proporcionar é usar de suas melhores alegorias para retratar de maneira didática questões, ideais e situações reais. Elevar uma trama verossímil ao deslumbre é um gancho perspicaz para dialogar com uma plateia que precisa escutar, mas que em sua realidade não se abre para ouvir. Capitão América: Guerra Civil é, antes de um filme de super-heróis, uma sugestão de postura autocrítica que todos deveriam ter.

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Parece que a vida da Disney no resgate de seus clássicos animados em longas com atores reais é uma montanha-russa. Se acerta em cheio em algumas tentativas de revitalizar textos que não conversam bastante com o público atual, dá sinceros escorregões em outros. Mogli: O Menino Lobo, apesar de visualmente encantador, é um desses casos do último grupo citado.

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Do topo do meu privilégio masculino, por muito tempo rejeitei a ideia da corrente feminista que defende que “todo homem é um estuprador em potencial”. O discurso só passou a fazer sentido para mim quando fiz a leitura correta e entendi que, em situações criticas, a figura masculina, por si só, pode representar uma ameaça palpável para mulheres e despertar nelas um instinto de autopreservação; em outras palavras, é perfeitamente compreensível que uma mulher adote uma postura defensiva, por exemplo, ao cruzar com um homem desconhecido em uma rua deserta, já que a estabilidade mental do sujeito é uma incógnita e agressões misóginas são muitíssimo mais comuns do que gostaríamos.

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Mal conseguiu pagar os pecados com Divertida Mente, voltando ao coração e idolatração da público, a Pixar recua novamente em seu brilhantismo e padrão inovador em O Bom Dinossauro, repetindo uma fórmula simples que já não é um gancho pra ninguém.

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Resgatar a mais célebre franquia do Cinema sem a presença de seu criador pode ser um tiro no pé, claro. Mas revisto o que foi feito há cerca de dez anos, a nova trilogia de Star Wars está melhor sem George Lucas. O Despertar da Força foi prometido como o primeiro exemplo. Restava saber se toda a comoção mundial acerca de uma história que até um ano atrás estava adormecida é uma resposta inconsciente à maior campanha de marketing global no entretenimento ou a um filme que, de verdade, é bom.

Essa crítica não contém spoilers sobre a trama, mas comenta a construção de algumas cenas específicas.

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Após uma primeira parte que deixou fãs e espectadores ocasionais esperando por mais ação, Jogos Vorazes: Esperança — O Final consegue entregar a diversão prometida. Com sequências envolventes e eletrizantes, o filme se desenrola como uma montanha-russa que faz o passageiro retornar à fila para mais voltas. A direção e a trilha sonora caminham em conjunto com o roteiro, deixando momentos para os soluços e as gargalhadas, como uma peça bem ensaiada.

A infeliz morte de Phillip Seymour Hoffman (Plutarch Heavensbee) não se tornou empecilho à conclusão da saga. O longa aproveita a fotografia recheada de computação gráfica para criar esse cenário de apocalipse e inflar os momentos de adrenalina. Apesar de ter muitas surpresas para quem não leu a trama original, os fãs podem ter certeza de que assistirão a algo que honra e se mantém fiel ao original.

A crítica completa do último capítulo da série será publicada neste fim de semana.

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Sempre que tento entender o inexplicável e estrondoso sucesso do fraco Meu Malvado Favorito e de sua horrorosa continuação, lembro da ocasião em que estive presente em uma sessão de Dredd em que o teaser trailer em 3D do segundo filme foi exibido para uma plateia formada exclusivamente por adultos, cujas reações à peça de divulgação (que foi exaustivamente exibida ao longo de meses nos cinemas) chamaram muito minha atenção: primeiro, a incapacidade dos espectadores de esconder o deslumbramento infantil com a língua-de-sogra que parecia invadir a sala na direção das poltronas e, segundo, a explosão de gargalhadas (adultas, repito e enfatizo) que inundou o ambiente quando um dos minions esmurra e derruba um dos companheiros no desfecho da cena.

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