TwitterFacebookFeedsContato  
 |   ANUNCIE

HARRY POTTER
A falha do marketing
CAP. AMÉRICA GAY
A intolerância disfarçada
X-MEN
Pôster: por que a Mística?

MARVEL
Fase 4 se aproxima




Arquivo da Categoria “Críticas”

Algumas produções cinematográficas, ainda na fase de pré-produção, já possuem legiões entusiasmadas de fãs. Outras já começam sob uma enxurrada de críticas. No entanto, a refilmagem de Caça-Fantasmas é um caso singular na indústria de Hollywood. Atacando uma das produções mais marcantes da década de 1980, fenômeno cultural da época, o filme de Paul Feig recebeu um volume inédito de reprovações, culminando em movimentos de boicote e ameaças de morte a ele próprio e ao elenco. É extremamente necessário que a sociedade reflita sobre o senso ético — ou a falta de — ao lidar com a frustração de expectativas.

Ver Completo!

Tags:

Comente! »

Não fosse a presença de Emilia Clarke, muito em evidência por causa de seu papel na série Game of Thrones, é bastante provável que Como Eu Era Antes de Você não teria alcançado a liderança da bilheteria brasileira. Eu também estava na expectativa de ver a Não Queimada numa personagem atual e urbana, então lá fui eu ao cinema prestigiar o filme romântico da vez, esperando, quem sabe, ser surpreendido por algo interessante. É bem verdade que o trailer já indicava se tratar de um sopão de clichês, mas, ainda assim, resolvi arriscar.

Pois era melhor ter ficado em casa vendo a reprise de GoT.

Como Eu Era Antes de Você, adaptação do livro de mesmo título, aposta na linha dramédia, popularizada nos últimos tempos em séries e filmes. E segue a cartilha direitinho: tem protagonista fofa, tem personagem amargo que vai adoçando, tem cena feita-pra-rir, tem cena feita-pra-chorar, tem amor improvável (que, na verdade, é óbvio que vai acontecer) e, claro, tem sofrimento, representado aqui pela tetraplegia de Will. Ah, e se nada disso te pegar, ainda tem música bonitinha do Ed Sheeran, que você já cantarolou por aí e que vai de primeira aquecer seu coração.

Emilia Clarke aposta em caretas pra compor sua Louisa e acaba caindo na caricatura. Melhor está Sam Clafin no papel de Will Traynor, o playboy bonitão que leva uma rasteira da vida e tem que se equilibrar entre suas limitações físicas e o eterno jeito sedutor.

No mais, é tudo bastante previsível, até mesmo o choro de parte da plateia.


Me Before You (EUA, 2016). Romance. Warner Bros.
Direção: Thea Sharrock
Elenco: Emilia Clarke, Sam Claflin, Janet McTeer
Status: em exibição

Tags:, ,

Comente! »

Lá se vão 13 anos desde que Procurando Nemo chegou aos cinemas e cativou o mundo com a emocionante história de um pai, Marlin, que cruza o oceano para reencontrar seu filho, Nemo. Ainda que os peixes-palhaço sejam as grandes estrelas da trama, quem rouba a cena é de outra espécie: a cirurgião-patela Dory, que se tornou um grande ícone da cultura pop por encantar a todos com seu bom humor e determinação para continuar a nadar mesmo sofrendo com sua perda de memória recente. O sucesso foi tanto que ela se tornou a protagonista-título da continuação, Procurando Dory, que estreia amanhã.

Ver Completo!

Tags:

Comente! »

É inegável que Independence Day – o original, de 1996 – é um dos maiores clássicos do cinema no que tange alienígenas invadindo a Terra, além de ser um grande sucesso de público: arrecadou US$817 milhões mundo afora e custou “apenas” US$ 75 milhões. Dessa forma, é natural que esteja presente no imaginário popular e nos planos da 20th Century Fox, que, como outros grandes estúdios e distribuidoras, tanto insistem em reboots, continuações, prelúdios e o que quer que possa ser convertido em cifras. Independence Day: O Ressurgimento – o novo, deste ano – se esforça para transformar a si próprio e seu antecessor em uma franquia, mas não consegue ir muito além do desejo por dinheiro e da megalomania cada vez mais superficial de seu diretor, Roland Emmerich.

Ver Completo!

Tags:

Comente! »

Assistir a um filme com Ricardo Darín é, mal comparando, como assistir a um filme com Wagner Moura. Pode até não ser um filmaço, mas é uma garantia, via de regra, de um produto final bem cuidado. Esse é o caso de Truman: um exemplar menos relevante na carreira do ator argentino, mas que, nem por isso, deixa de ser um bom filme.

Darín é Julian, ator de sucesso que decide não mais lutar contra um câncer em fase terminal para não ter que viver seus últimos dias no meio de médicos e de hospitais. Só que morrer dá trabalho, então ele tem que resolver algumas pendências burocráticas – como o destino a ser dado a seu cachorro, o Truman do título – e enfrentar a resistência dos amigos, que não concordam com sua decisão.

O filme, então, se desenrola com tranquilidade, equilibrando-se bem entre risadas e lágrimas, sem sobressaltos. Darin parece estar um pouco no piloto-automático, fazendo aquele típico argentino, meio reclamão, mas do bem. Melhor está Javier Câmara, que interpreta com sutileza o amigo Thomas, companheiro das últimas aventuras.

Truman, o cachorro, pouco aparece, mas acaba sendo bem representativo no final (fique tranquilo, não trabalhamos com spoilers). Truman, o filme, tem seus bons momentos, é bonitinho, mas não chega a comover.


Truman (Argentina/Espanha, 2015). Drama. Comédia. Pandora Filmes.
Direção: Cesc Gay.
Elenco: Ricardo Darín, Javier Câmara.
Status: em exibição.

 

Tags:,

Comente! »

Após um primeiro ato eletrizante, Truque de Mestre 2 tenta flertar com o interesse do público pelo que acontece atrás das cortinas, sem perder o glamour dos holofotes. Como resultado, acaba se perdendo um pouco e decepcionando, em comparação ao ato anterior, porém continua sendo uma boa escolha para diversão descompromissada.

Ver Completo!

Tags:

Comente! »

A aguardada adaptação da série de jogos eletrônicos Warcraft, em sua chegada aos cinemas, deixa claro desde o título que a ideia é – claro – servir como base para a construção de uma história épica em vários capítulos. O filme em si, no entanto, se limita a um recorte surpreendentemente modesto do conflito entre os habitantes de Azeroth e os orcs invasores e, apesar de apresentar uma linguagem própria, cai na armadilha da ingenuidade típica de adaptações cinematográficas de games.

Ver Completo!

Tags:

1 Comentário »

Chega aos cinemas a continuação da história de Alice Kingsleigh, que da personagem pouco tem. Com pouca ou quase nenhuma inovação positiva em relação ao anterior, o longa dirigido por James Bobin e produzido por Tim Burton não precisava ter sido feito, ou pelo menos deveria ter ido direto para o serviço de streaming mais perto do seu controle remoto.

Ver Completo!

Tags:

Comente! »

Diz-se que o correto é se dirigir à sala de cinema deixando a expectativa (seja para o bem ou para o mal) do lado de fora. Mas ao considerarmos o histórico de Bryan Singer na série X-Men, era inevitável colocar um peso no primeiro grande embate dos mutantes no Cinema com um inimigo absoluto. O resultado de X-Men: Apocalipse quase nos faz, assim, nos prestarmos a dividirmos certa parte da culpa pelo parcial descontentamento.

Ver Completo!

Tags:

Comente! »

Se tem um grande prazer que o Cinema pode nos proporcionar é usar de suas melhores alegorias para retratar de maneira didática questões, ideais e situações reais. Elevar uma trama verossímil ao deslumbre é um gancho perspicaz para dialogar com uma plateia que precisa escutar, mas que em sua realidade não se abre para ouvir. Capitão América: Guerra Civil é, antes de um filme de super-heróis, uma sugestão de postura autocrítica que todos deveriam ter.

Ver Completo!

Tags:,

Comente! »

Parece que a vida da Disney no resgate de seus clássicos animados em longas com atores reais é uma montanha-russa. Se acerta em cheio em algumas tentativas de revitalizar textos que não conversam bastante com o público atual, dá sinceros escorregões em outros. Mogli: O Menino Lobo, apesar de visualmente encantador, é um desses casos do último grupo citado.

Ver Completo!

Tags:

Comente! »

Do topo do meu privilégio masculino, por muito tempo rejeitei a ideia da corrente feminista que defende que “todo homem é um estuprador em potencial”. O discurso só passou a fazer sentido para mim quando fiz a leitura correta e entendi que, em situações criticas, a figura masculina, por si só, pode representar uma ameaça palpável para mulheres e despertar nelas um instinto de autopreservação; em outras palavras, é perfeitamente compreensível que uma mulher adote uma postura defensiva, por exemplo, ao cruzar com um homem desconhecido em uma rua deserta, já que a estabilidade mental do sujeito é uma incógnita e agressões misóginas são muitíssimo mais comuns do que gostaríamos.

Ver Completo!

Tags:

Comente! »