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Para conseguir atingir um público, um filme pode usar de várias artimanhas, o que incluir decisões erradas também. A contratação de Catherine Hardwicke para comandar A Garota de Capa Vermelha é só uma constatação de que a diretora, assim como já tinha mostrado em Crepúsculo, não sabe mesmo conduzir bem uma história.

Leia a crítica clicando em “Ver Completo”.

A Garota da Capa Vermelha
Por Caique Bernardes

Ao contrário do que possa parecer à primeira vista, a grande estrela por trás de A Garota da Capa Vermelha não é Amanda Seyfried, sua atriz principal. O nome que possui maior destaque em todos os pôsteres e trailers é o de sua diretora, a controversa Catherine Hardwicke (Aos Treze). Mais conhecida por comandar a adaptação do livro/febre adolescente Crepúsculo para as telas, ela agora tem a missão de aplicar um estilo mais sombrio e gótico nesta história repaginada de Chapeuzinho Vermelho. Além de, obviamente, atrair o público alvo de seu último sucesso de bilheteria para esse.

No filme, Valerie (Seyfried) mora em uma aldeia medieval isolada do mundo e está apaixonada por seu amigo de infância Peter (Shiloh Fernandez), mesmo prometida para o jovem filho de uma rica família, Henry (Max Irons), o qual não ama. Quando sua irmã aparece morta por um perigoso lobo, a garota ainda passa a lidar com o estranho interesse que a criatura nutre por ela. Nota-se que a história tenta se sustentar, mesmo tendo que chavear entre dois estilos tão distintos (do romance para o suspense e vice-versa), e talvez até o conseguisse, se não tivessem sido feitas tantas más escolhas – ironicamente ou não – na direção.

O romance, principal chamariz para o público jovem, deixa muito a desejar, até e principalmente se comparado à série dos vampiros que o tinha como núcleo central. Em “Capa Vermelha”, além de ser jogado para segundo plano pela maior parte da projeção (o que pode ser desapontante para alguns, embora positivo nos olhos de outros), a história do amor proibido não convence nem emociona. O casal principal, aliás, sofre de uma falta de química crônica, até nas cenas mais sensuais – que deveriam ser questão de honra nos filmes adolescentes de hoje, mas parecem artificiais e mecânicas.

No entanto, a parte envolvendo o suspense central é melhor explorada. Com a chegada do famoso inquisitor Padre Soloman (Gary Oldman, caricato, porém decente), revela-se que o lobo é, realmente, um lobisomem que toma forma humana durante o dia, podendo ser qualquer habitante da aldeia. Com o mistério instaurado, o filme faz questão de mostrar que ninguém está acima de qualquer suspeita, mesmo que para isso tenha que jogar a sutileza para escanteio. Sente-se uma certa “mão pesada” no uso dos recursos para criar suspense, principalmente nas câmeras subjetivas (susbstituindo o olhar dos personagens, muito usados em filmes de terror), por vezes desnecessárias. Aliadas aos closes nada discretos nos “suspeitos” criados, a história, mesmo que interessante, cansa a plateia.

A revelação final é plausível e, até certo ponto, surpreendente. Mesmo assim, a sensação ao sair da sala é a de que o filme poderia ter sido muito melhor. Talvez, se a fixação publicitária de transformar a adaptação sombria em um romance adolescente não a tivesse desconectado quase totalmente do original (a sequência do “que olhos grandes” parece quase uma piada; a capa é mero detalhe), o filme pudesse funcionar muito bem. Não é o caso.

Na guerra pelas bilheterias vale tudo. Vale contratar a diretora e a atriz queridinha do público. Vale lançar, meses antes, livro baseado no roteiro (e não o contrário) sem final para que seus leitores, instigados, vejam o filme. Vale até, infelizmente, apresentar um produto final que entrega – bem – menos do que promete.

——————————
Red Ridding Hood (EUA, 2011). Fantasia. Warner Bros. Pictures.
Direção: Catherine Hardwicke
Elenco: Amanda Seyfried, Michael Hogan, Shiloh Fernandez
Trailer

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19 respostas para »CRÍTICA: A Garota da Capa Vermelha»
  1. Arthur Melo says:

    Assisti ontem. Não gostei, mas daria só um pontinho a mais.

  2. Felipe Moura says:

    Vi na pre estréia. Que filme ruim.

  3. e era um film q prometia tanto… pelo menos no meu ponto de vista…

  4. Eu achei o filme nota 7. Achei que poderia ser melhor, mas gostei do filme. Não chega a ser ótimo, mas é regular. Dá pra agradar. Obs.: não sou fã de Crepúsculo, mas gostei desse filme.

  5. Que pena, eu esperava bastante deste filme…. quando eu assistir eu comento aqui

  6. Pensei que seria melhor. Mas já tva na expectativa de ser ruim.

    #FAIL

  7. Arthur Melo says:

    Avisei

  8. Robotmonster says:

    Não me arrependi de excluir esse filme, meu radar de filme fuim funcionou.

  9. [...] Pipoca Combo   [...]

  10. Fui assistir e é meio fraquinho, + é bem melhor do que toda a saga Crepúsculo junta( o que não é grande coisa)

  11. Esperava mto mais do filme – principalmente terror – mas gostei de nao ser mt romance e achei q ficou bem dosado essa mistura de generos. A Amanda Seyfried n é bem aproveitada, mas mesmo assim arrasa qdo aparece (L); o foco poderia ter sido bem maior na relaçao do casal e sua atração sexual (ja que isso teve um foque TÃO exagerado na divulgação) e nao sei se é impressao minha, mas acho q foram cortadas varias partes do filme p evitar uma censura maior, o q fez com q o filme ficasse sem sentido em algumas partes e o corte ficasse nitido! A trama do lobisomen foi super bem realizada, principalmente isso de ‘todos sao suspeitos’ e eu gostei do final poetico – qm sabe tenha continuação? Não custa sonhar e desde q troquem a direção =)

  12. …Ví o filme hj e posso falar ke foi mto + do ke eu esperava,gostei mto mesmo e jáh tow organizando outra galera pra ir ver denovo…

  13. Quando vi a capa me interessei. Quando vi o trailer. ¬¬. me desinteressou completamente.

  14. Eu achei um lixo… Poderia ter sido melhor,depois da mídia ter falado tanto. Sobrou conversa e faltou filme!

  15. £ucimara says:

    O roteiro não tem nada a ver com a historia original (obvio), o suspence é minimo, o romance não é muito abordado (o que é bom), o tom sombrio que ele deveria ter, não tem. Resumindo: assistivel mas esquecivel. O final ficou muito Crepúsculo, então no final da projeção a sensação e de ter assistido um plágio do romance teen.
    *** – 5,6

  16. eu assisti e gostei muito, essas criticas tao muito mas, o filme pode nao ter um foco mais é bem legal:)

  17. adoreei demais , muito lindo será que vai ter continuação

  18. A para de falar maal.. povinho reecalcado, se não gostaram vão fazer melhr !! Não sei praqe fazer tanta critica se nao ganha nada em troca, aaaah da um tempo… bando de idiotas… o di que vcs lançarem um filme me avisa pq ai sim vamos poder confirir .. mais eh claro sera uma merda.. pois essa mente de vcs só seve pra fala mal !!!!!

  19. Eh claro eu adorei o filme.. Parabêns os autores :)

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