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A mais aclamada série do cinema mundial chega nesta sexta-feira ao começo de seu final épico. Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte I, o maior lançamento da indústria em 2010 é, sem dúvida, o longa que mais chances tem de finalmene criar um consenso entre os fãs e se tornar o preferido.

Leia a crítica clicando em

Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte I
por Arthur Melo

Com tanta ansiedade ladeando o lançamento de Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte I, torna-se fácil falar sobre. Em tal etapa da existência da série no cinema, não há sequer uma alma viva que não tenha experimentado algum contato com a franquia e, se o fez, provavelmente manteve o interesse por seis longos filmes, sustentando a busca por uma poltrona em sessões lotadas para acompanhar o início do capítulo de desfecho. Valendo-se disso, a primeira parte do último volume adaptado para as telas toma como certo o fato de que fãs, Harry Potter tem aos montes. E é justamente para eles que o longa é direcionado.

Em 2001, quando Harry Potter e a Pedra Filosofal alcançou sua versão audiovisual, os já formados – e numerosos – fãs se viram diante de uma história que não contava com todos os elementos que, para eles, eram primordiais. Um efeito que se perdeu quando, em 2004, Alfonso Cuarón assumiu a direção anteriormente de Chris Columbus e balançou ainda mais as coisas. Foi quando os dois primeiros filmes ganharam, em resgate, as boas graças dos cobradores de fidelidade, enquanto Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, o então terceiro filme, desfilava em meio a tiradas de chapéus e reverências da crítica especializada. Um fato duplo que só tendia a se agravar à medida que os vindouros filmes acumulavam filas nos anos seguintes.

Quando David Yates tomou as rédeas a partir do quinto filme, a rebelião de fãs começou. Os cortes e “mutilações” daquele que é o maior livro da série, Ordem da Fênix, traduzido na menor minutagem de todos os filmes, quase gerou uma expectativa negativa para o que viria a acontecer em Harry Potter e o Enigma do Príncipe, projeto em que Yates confirmara seu retorno. Entretanto, a qualidade e inventividade não só técnica quanto artística de Enigma do Príncipe estava lá, ature fã desgostoso ou não, proporcionando um longa que, cinematograficamente falando, era o mais completo e coerente com o seu próprio conteúdo.

Relíquias da Morte – Parte I pode não ser o mais condizente com a realidade artística atingida gradativamente do terceiro filme até então. Mas indubitavelmente é aquele que melhor concilia a quantidade de conteúdo com sua qualidade. A proposta de dividir o sétimo livro em dois filmes é, justamente, transferir o maior número de páginas possível sem as alterações e limitações que se fizeram necessárias até – e mais precisamente – Enigma do Príncipe. E isto realmente acontece, com ressalvas, mas ainda assim. Se o espaço qualitativo da série só se realizava quando o cuidado com a manutenção da narrativa de J.K. Rowling no roteiro era posta em segundo plano, neste episódio, pela primeira vez, as duas coisas estão na tela.

O que é evidente em Relíquias da Morte – Parte I é o modo como a trama é rearrumada para sustentar um longa-metragem. Saem os cortes descabidos e entram a precisão de acontecimentos, ações e, por vezes, diálogos. Como sacrifício, vai embora também toda a criatividade que Steve Kloves demonstrou no roteiro da produção anterior, cujas alterações (indifere se elas foram necessárias ou não) certamente abriram o vão no qual o script foi capaz de se renovar e entregar gratas surpresas; um diálogo com o desenvolvimento dos personagens pouco usual que, desta vez, se deu graças ao que a autora já tinha inserido no desenrolar da história original.

Em contrapartida, Kloves se alia muito bem às ideias da direção de Yates neste sétimo filme. Apesar do caráter ainda mais episódico do capítulo, Relíquias da Morte – Parte I explora com perfeição os momentos em que deve haver reflexão dos personagens, fortalecendo suas relações de um modo ímpar e exemplar que, apesar de significarem a camada mais lenta da projeção, ganham status de injeção de fôlego ao revezarem com as sequências de ação e magia. Por sua vez, David Yates aproveita cada linha do imaginário mais eloquente do leitor da obra original para desenvolver passagens memoráveis. Aceleradas, de fato, mas bem inseridas. A exemplo disto estão a transformação dos sete Potters e sua consequente fuga, no primeiro ato, a invasão ao Ministério da Magia (destaque para a atuação impecável de David O’Hara como Harry Potter/Albert Runcorn) e a visita a Godric’s Hallow, cujo excelente plano de visão proporciona tomadas espetaculares e ângulos perfeitos, dando um caráter vivo e dinâmico aos tiros de ação do longa – que vêm e voltam no tempo certo, sempre por uma mão segura da direção. Um sustento ao filme de maneira habilidosa, quase anulando o fato de não haver um clímax em construção.

Esteticamente, Relíquias da Morte – Parte I se supera. A Direção de Arte consegue provar o nível de exploração visual que pode proporcionar – o redesenho do Ministério da Magia é uma prova – enquanto os efeitos visuais extrapolam a meta em níveis que, mesmo já conhecidos, espantam pelo primor do convencimento. Ponto também para a fotografia de Eduardo Serra, menos propensa aos realces deslumbrantes de Bruno Delbonel, mas tão comprometida quanto em revelar a emergência dos fatos através de nuances dadas aos elementos em tela, compondo uma estrutura que ganha saliência graças as impecáveis escolhas de locações abertas.

O visível empenho no lado técnico, como satisfação, não caminha desamparado. A evolução de Daniel Radcliffe é clara, cuja atuação é entregue por mãos empenhadas em alcançar o mesmo patamar que Rupert Grint e Emma Watson já se põem há tempos. Esta, aliás, rouba as atenções não só na postura significativamente mais segura, mas também por conta de uma personagem que alicerça o sucesso das empreitadas do trio. Um êxito, se considerarmos a quase completa ausência de coadjuvantes mais maduros que, aliás, não auxiliam em sua totalidade. Apesar de Alan Rickman (em uma curta aparição) e Ralph Fiennes (ainda mais apropriado do que nunca) cumprirem mais do que bem a tarefa, Bill Nighy incorpora um Ministro da Magia desconfortável e forçado, quase beirado a caricatura – apesar de não comprometedor – mas o suficiente para perder para a expressividade virtual, porém bem mais honesta, dos elfos Monstro e Dobby.

O erro que coloca Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte I em certa desvantagem daquilo que se espera que venha a ser a segunda parte é a disposição das ocorrências. Obviamente, a característica episódica está bem longe de ser uma pedra no caminho. Entretanto, o desenvolvimento não se dá. Os atos se postam de maneira costurada uns aos outros, dispensando um núcleo que valide a Parte I como um filme analisável como uma obra auto-suficiente. Sua dependência à segunda parte é gritante e ainda mais sufocante quando visto com clareza que isso é um problema que seria facilmente contornável com uma intenção narrativa que desembocasse em um clímax – ainda que ele viesse a ser um elemento vulgar da metade da trama central de Relíquias da Morte que passara por uma transformação apropriada. E a edição sofrida só ajuda a atenuar isso.

Relíquias da Morte – Parte I assume, desde o seu título, um contexto que não se encerra em si mesmo; óbvio. Entretanto, o material original usado tem pontos suficientes para estabelecer um narrativa própria sem precisar contar com a chegada de um filme no futuro. Encerrar a trama, claro, não é a questão – e isso nem deve ser colocado em pauta. Mas garantir sua unidade seria um passo significativo para moldar sua identidade emancipada. Por outro lado, o filme é rico em diversos aspectos que compensam essa carência e, certamente, é um primor como início de um grande final.

——————————-
Harry Potter and The Deathly Hallows – Part I (EUA, Reino Unido, 2010). Ação. Fantasia. Warner Bros. Pictures.
Direção: David Yates
Elenco: Daniel Radcliffe, Emma Watson, Rupert Grint
Especial Harry Potter 7.1

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Comentários via Facebook:

55 respostas para »CRÍTICA: Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte I»
  1. Tô muito ansioso. Assisti os 40 minutos que vazaram ontem, e é demais! :~]

  2. [...] Pipoca Combo (confira aqui na íntegra) (…) Apesar do caráter ainda mais episódico do capítulo, Relíquias da Morte [...]

  3. pensei que levaria um 9 mais ta valendo

  4. Uau. As expectativas só aumentam! Parabéns aê pela crítica! ;D

    Mas e a trilha? Achou bem encaixada? Acha que chega ao Oscar? :D

  5. Eu também. Antes de assistir. rs

  6. PARABENS ÓTIMA CRÍTICA

    AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

    NÃO VEJO A HORA

  7. lucas rodrigues diz:

    Eu pensei que levaria um 9, mas ta valendo [2], ótima crítica Arthur Melo, estou super ansioso para assistir, e eu acho que os mais desavisados não vão gostar muito, por causa da quebra do clímax na parte de transição para o último filme e, que com certeza compensará, assim como aconteceu com Enigma do Príncipe.

  8. [...] This post was mentioned on Twitter by Pipoca Combo, Isaque Criscuolo, Thuco ☮, Thiago , Virgílio, o Souza. and others. Virgílio, o Souza. said: RT @pipocacombo: CRÍTICA: Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte I http://migre.me/2fWyG [...]

  9. Eduardo Mercadante diz:

    Uma crítica incrível, Arthur. Parabéns.

    Os filmes de Harry Potter sempre foram divididos em anos, a partir do calendário escolar.
    Como no sétimo não há esse parâmetro, era esperável que eles criariam um novo. Se não o fizeram, resta ver se os dois “episódios” são bons o bastante separados.

    Só falo mais depois da meia noite e uma de sexta.

  10. Esperava um 9, também. Mas, sei lá.

    A crítica tá ótima, muito bem escrita, parabéns. Só tô com medo da edição corrida (no sentido de corrida mesmo, e de feita às pressas).

  11. muito boa a crítica,esse é o melhor filme da saga *–*

  12. AAAAAAAAAAAA adorei a crítica, a cada crítica que leio fico mais ansioso. Parabéns.

    E poderia ter levado nove pipocas néh!!!! Mas ta valendo. =D.

    Uma coisa e a Trilha, está perfeita, usou bem a trilha nas partes importantes?

  13. a crítica tá muito bem escrita, mas bem que podia ter levado nove pipocas, já que as falhas que vc citou não são grandes!! Adorei

  14. Eu PRECISO ver esse filme!!! LOGO.
    E ainda ganhou boné do Ministério, hein, Arthur?! AHHAHAHA isso q é vida!
    Mto boa a crítica… inovadora no q diz respeito à atuação do Bill Nighy. Eu n tinha visto nada sobre, ficarei atenta.

  15. Rodrigo Rodrigues diz:

    Que história é essa de boné, hein!? u___u

  16. Arthur dando oito pra Harry Potter??? Quem diria. q

    Enfim, mas foi o que eu disse outro dia… Acho que vai ser por aí mesmo: um filme divertido, assim como os outros dois últimos, mas nada ohhhhhh sétima arte.

    Estou empolgado. rere

  17. [...] site brasileiro Pipocacombo postou hoje sua crítica para “Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 1“, onde [...]

  18. Parabéns Arthur Melo, realmente foi uma ótima crítica, embora você não tenha citado o quesito da trilha sonora.

    Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1 realmente está gerando grandes expectativas, que ainda não foram quebradas. Sempre achei que o fato de ser um filme dividido, e cuja continuação só sairá daqui a pouco menos de oito meses iria dar à HP7 um certo sentimento muito forte de “quero mais”, o que, economicamente falando, é muito bom. Porém, para o espectador, acaba sendo ruim, e o clima pode ser comprometido em um intervalo tão grande. Acho que por isso o 8, mas também a edição meio corrida, o que, sinceramente, não acho que prejudique na qualidade da obra.

  19. Eu pensei que levaria um 9, mas ta valendo [3], no EDP deu 9.

  20. Ótima crítica!
    Queria eu ter visto já este filme :P

    EdP ganhou 9 pipocas na época? Que porcaria, hein? Pra mim não passaria de 6 pipocas ¬¬ Foi o pior filme da saga!

  21. Foi o melhor.

  22. Ótima crítica, mas qualquer pessoa que tenha lido o livro sabe perfeitamente que o Relíquias da Morte não tem clímax.

  23. Conccordo com Arthur, mas minha intensão não era questionar o filme, enfim.

    Posso fazer uma pergunta? Seu expectativa em um filme mais “blockbuster” influenciou na sua nota final? Deu pra perceber que você esperava um filme mais nesse “estilo”.

  24. *intenção… desculpa pelo erro grotesco. *ainda chapada so sono* hehe.

  25. Na verdade, nos filmes de Harry Potter eu espero um padrão blockbuster, misturado com ótimos conceitos de filmes mais simples. E não, não influenciou. Muito pelo contrário, neste ponto, HP7.1 atende muito bem.

  26. Quem leu o livro, não pode dar menos de 10. Esse filme foi feito para os FÃS. E aí estão seus maiores méritos e seus maiores problemas.

    Enfim, eu achei incrível, superior a todos os outros da série em todos os quesitos. Não achei nenhuma parte corrida, nenhuma parte arrastada. Pra mim, cada cena teve o tempo certo. A primeira hora é algo surreal, não dá pra respirar! Parece um atropelo de coisas, uma seguida da outra, sem nos dar tempo para entender, digerir, o que está acontecendo. E por isso a “parada” nas cenas da Cabana me pareceu necessária. É como se o diretor dissesse: “Epa, pera aí, estamos indo rápido demais. Vamos rever esses personagens”. E eu achei isso incrível. Eu senti o livro na tela. Eu senti o amor da equipe pela série como nunca antes.

    Pontos negativos? Aparecer pouco a tortura da Hermione e pouco do casamento. Só.

    O cinema inteiro riu, chorou, se emocionou, aproveitou o filme inteiro e saiu com vontade de ver a parte II imediatamente.

  27. Dez? Pelo amor…

    A nota oito é mais do que merecida. Livro mediano, filme mediano. :P

    Ser bem adaptado não significa que seja um bom filme, né.

  28. Mas o filme é bem legal, sim. E realmente ótima adaptação.

  29. Pra mim, merece 10. Foi o filme que mais me encantou em todos os quesitos, do início ao fim, cena a cena. E não só porque é quase o livro na tela, longe disso (até agora meus favoritos eram OdF e EdP, os mais diferentes da obra). Entretanto, os outros filmes tinham certas cenas do tipo Gina-tem-uma-pele-bonita-Hermione-também; esse me pareceu justificado do início ao fim. Completo, cheio, íntegro.

    E, ah, eu gostei da interpretação do Bill Nighy. Gostei muito mesmo.

  30. Um bom filme, que cumpre com o esperado. Não posso dizer que é o melhor da série; ainda não vi a Parte II.

  31. Pra min de toda serie é o que merece 10 AAAAAAAAAAAAAAA

    O MAIS EMOCIONANTE

  32. com certeza é o melhor! dou dez! Sinti tanatas emoções durante o filme, as criticas sempre ficavam falando que o filme era lento e às vezes chato mas eles estavam muito errados. 2 hrs e meia passam voando! Verei de novo! Recomendadíssimo! Não decepcionou.

  33. lucas rodrigues diz:

    Melhor filme da série, superou de todas as formas as minhas expectativa, foi capaz de aflorar cada sentimento em quem estava assistindo, como diz uma crítica que eu li em outro site, “uma porrada emocional”.

  34. Ainda estou aéreo com o filme…

    Ele começa de um jeito cmpletamente diferente do outros e termina de uma maneira tão instigante que pensei seriamente em começar a esperar a parte dois assim que sai.

    O filme não temnada de arrastado não,as cenas fazemmuito sentido e passam rapido demais. Sério,parece que as duas horas e meia não foram mais de 45 minutos!!!

    Posso resumir tambem que EMMA WATSON rouba a cena de ponta a ponta do filme e consegue sustentar algumas cenas sozinha!!

    Arion,pq vc achou o Livro mediano??? Eu acho ele o melhor da serie depois de Prizioneiro de Azkaban (q é o FILME que menos gosto);

    Enfim,simplesmente demais, muito superior aos outros da serie inteira, e eu sem duvida daria dez!!!

    Ah,e mais uma coisa…

    NAGUINI, JANTAR!!! (isso foi ridiculo)

  35. Simplemente demais, THE BEST OF THE YEAR!!!

  36. Nossa, eu ainda estou aéreo com o filme…

    Ele começa de um jeito cmpletamente diferente do outros e termina de uma maneira tão instigante que pensei seriamente em começar a esperar a parte dois assim que sai.

    O filme não temnada de arrastado não,as cenas fazemmuito sentido e passam rapido demais. Sério,parece que as duas horas e meia não foram mais de 45 minutos!!!

    Posso resumir tambem que EMMA WATSON rouba a cena de ponta a ponta do filme e consegue sustentar algumas cenas sozinha!!

    Arion,pq vc achou o Livro mediano??? Eu acho ele o melhor da serie depois de Prizioneiro de Azkaban (q é o FILME que menos gosto);

    Enfim,simplesmente demais, muito superior aos outros da serie inteira, e eu sem duvida daria dez!!!

    Ah,e mais uma coisa…

    NAGUINI, JANTAR!!! (isso foi ridiculo)

  37. Fui na última sessão do Roxy, em Copa. Teve confusão com ingressos e o filme começou com quase meia hora de atraso. Só passou um trailer, que não foi o do Lanterna Verde… Enfim, tudo isso corroborou para que eu já ficasse com o humor alterado no início do filme. Aí, o primeiro indivíduo que aparece é um ministro da magia extremamente forçado. Afe! O início se salva com a cena da Hermione, que deleta seu passado para seguir com Harry em busca das horcruxes; aliás, a Hermione e o Dobby roubaram a cena.

    Enfim, o saldo foi positivo, embora eu ache que a dúvida de Harry com relação à confiança em Dumbledore devesse ser mais explorada. Concordo com a nota 8.

    P.S.: Que cena é aquela da Gina Weasley pedindo para o Harry ajudá-la a fechar o vestido? Muito forçado, ainda bem que o gêmeo surdo apareceu na hora.

    P.S 2: Momento de risos intensos no cinema com a seguinte frase de Harry: “…não, meu patrono é um veado”.

    Sem comentários.

  38. Arion, nada mediano aqui recebe 8. hahaha

    Adorei o filme, o que mais me chamou a atencao foi a acao, muito mais emocionante que os filmes anteriores, e aquele clima de tensao no ministerio da magia mergulhado no totalitarismo do Voldemort.

    Palmas pra interpretacao da Emma Watson, assim como os criticos americanos falaram na pre-estreia.

    Os criticos fizeram comentarios sobre o filme ser lento e algumas vezes tedioso, mais esse foi o problema em dividir o filme que ja nao foca mais a escola como cenario.

  39. Não é surdo, é mouco!

  40. Na verdade, só os críticos mais alienados fizeram esse comentário como algo negativo, Robot. Mas vamos deixar isso quieto.

  41. Rodrigo Rodrigues diz:

    Muito bom o filme!

    Não usaria “episódico” para descrevê-lo (como aconteceu), no entanto. Não se o significado desse termo for equivalente a “tapa-buracos”.

    Isso é o que eu acho de A Ordem da Fênix e O Enigma do Príncipe. Filmes que têm um ritmo constante e cenas atropeladas, o que faz a gente crer que nenhuma das ações que acontecem nelas são importantes para a linha central da história. Parecendo então APENAS pontes para os próximos filmes.

    Pra mim, em Relíquias da Morte finalmente aprenderam a dosar a minutagem das cenas (diminuindo-as ou aumentando-as), estabelecendo níveis de importância entre elas. E sim. Achei significativas as passagens de interação emocional entre as personagens nas florestas.

    A ação é mais intensa (vejam, não “extensa”), concordo como o Robot. E o design do Ministério é muito foda, consegue criar bem o clima opressor de regimes totalitários (o nazismo, aqui).

    Sem contar as inovações de linguagem audiovisual que a franquia ganhou: a forma como a “visão” é conduzida, por exemplo, as tremedeiras de uma câmera de mão; inclusão de animação em uma franquia até agora 100% live action; ausência de trilha em sequências como a perseguição na floresta; o próprio ritmo com o qual a trama se desenvolve.

    Não dá pra colocar Relíquias no mesmo balaio que os dois antecessores…

    Vou ficar por aqui, mas há mais comentários meus na página do RapaduraCast:

    http://www.cinemacomrapadura.com.br/rapaduracast/?p=5934

  42. Pela primeira meia hora de filme eu pensei “wow, esse é mesmo o melhor da série”.

    Mas essa impressão não durou o filme inteiro. Quando terminou, voltei a achar que Prisioneiro continua sendo o melhor. Em todo caso é ponto para o Yates, que dessa vez não deixa nada a dever nas cenas de ação. E as cenas dramáticas não são nada menos do que eu esperava dele mesmo, então é isto/

  43. Azkaban não é mesmo melhor do que esse. rs

  44. companheiro pop up diz:

    Poxa, tomei um susto na primeira cena, tava esperando um funeral e me aparece um ministro

  45. Não concordo quanto ao ‘caráter episódico’, muito pelo contrário, esse filme foi o primeiro da série a conseguir evita-lo.
    E quanto ao clímax, o filme tem sequencias de ação avassaladoras durante a projeção, inclusive uma das mais excitantes é bem próximo do final. Considerando que a série ‘Harry Potter’ nunca careceu de ação para se sustentar: vide o 3° e o 6°, que ao mesmo tempo são os melhores da série, desconsiderando o 7°, e as sequencias de ação são quase inexistentes nas fitas e não faz falta alguma. ‘Relíquias da Morte’ é impecável ao continuar com o crescimento contínuo que a série tem tido.

  46. Não acho que o climax deixou a desejar, primeiro porque o segundo filme SÓ terá isso. E Harry Potter nunca precisou de cenas de ação mirabolantes pra se sustentar. Além do mais o material base deve inclusive nelas, a cena final na Mansão Malfoy foi melhor do que no livro, onde J.K descreve a “ação” como: Todos dispararam feitiços.
    E quando se diz Clímax refere-se a êxtase, e ele pode vir como ação, ou como drama. A Parte 1, tal como no livro, apostou no drama…
    Resultado: até os marmanjos choraram.

  47. melhor filme para os fas dos livros.. ja o pessoal q n conhece o livro acha meio lento, mas bom.. OBVIO q o TCHAAAAAN! ficou para a parte final ç_ç

    no mas, adorei a ”expansao” desse capitulo, por sair da rotina do colegio e tau.. ficou uma coisa mais ”crescemos e entramos para o mundo”. Ja as cenas q eles estao isolados/rolam as brigas, ficaram mt bem feitas e realizadas melhor (talvez) do q nos livros *-*

  48. Gostei muito desse filme, pra mim o melhor; repito, PRA MIM.

    Isso para nao virem pessoas dizendo que ‘este é melhor” e “este é melhor que aquele”

    @alexwog

  49. fenrir grayback diz:

    eu assisti todos os harry potter menos a parte 2 do hp 7 era el melhor harry potter eu gostei minhas irmas gostaram principalmente a parte q a bellatrix lestrange morde o braco de hermione

  50. Acho que esse é justamente o problema, tentar avaliar Harry Potter e as Relíquias da Morte – PARTE 1 como se fosse um filme só.

    Seria a mesma coisa que cortar um filme de duas horas de duração no meio e tentar avaliar apenas primeira hora de duração. Por mais que essa primeira parte tenha conteúdo histórico suficiente para se auto sustentar isolada, o que acho difícil, não alcançará os mesmos resultados se fosse avaliada de maneira unificada.

    Para mim, HP7 só poderá ser avaliado corretamente depois da Parte 2, como um filme só. E minhas expectativas estão altas.

  51. Sei que já é tarde de mais para dar minha opinião (afinal, daqui à dois dias o filme completa dois meses de estréia, e até já saiu na maioria dos cinemas), mas mesmo assim vou comentar sobre o filme.
    Foi o primeiro filme da saga que eu assisti no cinema (sou uma fã recente, quando o primeiro filme lançou eu tinha só dois anos), o segundo filme que eu assisti no cinema (em geral, de verdade) e foi o filme de Harry Potter que eu mais gostei.
    Antes de assistir Relíquias da Morte I, eu não sabia exatamente qual era o meu filme preferido da série. Mas, só foi eu começar à assistir que ficou claro que era, pelo menos, um dos melhores.
    Cerca de um mês antes, quando eu vi o trailer, eu terminei ele de boca aberta, e pensei “Uau”.
    Não foi nada como eu planejei, para assistir Relíquias. Havia planejado assistir na Sexta, mas não consegui. Mesmo assim, não deixei de ficar com um sorriso no rosto quando fui assistir Relíquias da Morte I.
    Fui assistir numa Terça, e eu estava quase surtando. Inicialmente, era para eu assistir a sessão das 19h10 (cerca desse horário) no Shopping D, mas quando eu e meu pai fomos buscar minha mãe para assistir, ela demorou na reunião, se perdeu. E, quando fomos procurar o shopping, nos perdemos. O jeito foi ir ao Center Norte e esperar a sessão das 20h30.
    Ficamos uns quarenta minutos perambulando, meus pais não deixaram eu ir na livraria, e já estava começando à ficar irritada. Aí, comunicaram que era para entrar na fila. Ficamos cerca de quinze minutos, até que entramos na sala do cinema.
    E não começava o filme. Tocava uma música tão chata, que eu lamentei não ter pego meu celular e os fones de ouvido, para ouvir a rádio FM enquanto esperávamos.
    Até que começou, e eu quase comecei a comemorar dentro do cinema.
    Eu fiquei maravilhada, não somente porque eu estava vendo nas telonas os personagens da minha saga preferida, mas porque o filme realmente estava perfeito. Se perfeito é muito exagerado, estava ótimo.
    Simplesmente, a Warner, mesmo fazendo algumas burradas e cancelando o 3D, conseguiu mesclar tudo.
    Eles conseguiram fazer eu chorar (foi o primeiro filme que eu chorei, na parte em que a Hermione apaga a memória dos pais), conseguiram eu fazer rir (realmente, esse foi o filme que eu mais ri. Qualquer besteira que o Rony falava me fazia gargalhar. E não só eu: o cinema inteiro também!), conseguiram me dar susto (estava me arrumando na cadeira quando apareceu a Nagini, tomei um belo de um susto, embora silencioso), conseguiram me fazer sorrir (fiquei maravilhada com a cena da dança do Harry e da Hermione. Embora não me lembre dela nos livros, virou uma das cenas que eu mais gostei), e conseguiram me fazer ficar ansiosa para ver Relíquias da Morte II.
    Devo dar os parabéns à Warner, que conseguiu se superar nesse filme. Antes, todo mundo criticava a Warner, mas ela fez todos calarem a boca.
    Devo dar os parabéns aos atores também, que simplesmente brilharam nesse filme.
    E dar os parabéns à todos da equipe, que colaboraram para que o filme arrasasse. Roteirista, figurinistas, equipe de efeitos especiais, diretor…
    Parabéns. Vocês conseguiram agradar os fãs de Harry Potter, e conseguiram fazer eles contarem os dias para Harry Potter e as Relíquias da Morte II.

  52. muito massa

  53. Foi o melhor filme da série pra mim. Concordo que o ministro da magia ficou meio forçado, mas o filme merecia um 9, 10 não, mas um 9, com certeza.
    Emma Watson atuando perfeitamente como sempre, Rupert Grint foi bom nesse filme e Daniel … Bom, Daniel vem evoluindo.
    É um filme bom, mas, não extraordinário.
    Acho que foi um filme ótimo em termos técnicos e me manteve preso a tela o filme INTEIRO.
    A cena do Ministério da magia foi perfeita, assim como a cena da volta do Rony, outra cena que me chamou atenção foi a cena de Godric’s Hollow, tomei um susto na hora que de repente a Nagini pula em cima deles, acho que todos no cinema, também tiveram essa reação, rs.
    Enfim, parabéns pela critica, Arthur (:

  54. adorei foi o melhor mas não queria que fosse o fim

  55. Graças a http://www.tvhd.com.br a Sky nunca mais vai ver a cor do meu dinheiro

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